sexta-feira, 16 de abril de 2010

Abrindo os trabalhos de 2010!

O primeiro trabalho é do grupo formado por : Alexsandro Schmitt, Cristiane Inocêncio, Daiane Kalsing, Dimas Pante e Everlyn Hanzen

"Estamos a caminho"

Ivan Ângelo, nasceu em 04 de fevereiro de 1936 em Barbacena (MG). É jornalista, romancista e cronista. Começou como escritor aos 21 anos em Belo Horizonte, depois disso trabalhou em jornais e revistas de Minas Gerais e depois em São Paulo, como colaborador da Playboy e da Veja. Atualmente mantém uma coluna semanal no Jornal da Tarde, de São Paulo.
Seus mais de 15 livros já foram publicados na França, Alemanha, Estados Unidos e Áustria.
Sua obra mais famosa, “A Festa”, iniciada em 1963, só foi lançado em 1976, por causa do golpe militar em abril de 1964. Ganhando o prêmio Jabuti de Literatura no mesmo ano do lançamento, a obra, tida como uma afronta à censura, trata sobre a época de 1970, sobre a censura e a ditadura. O romance fala sobre a violência da época, na qual as verdades só podiam ser ditas através de metáforas, e termina sem que a festa em si seja mostrada.

“Estamos a Caminho”
O texto fala sobre a nossa maneira de pensar, sempre levando em conta o futuro, como o autor diz, “Passamos a maior parte da nossa vida voltados para o futuro(...)”.
A influência que sofremos quando somos pequenos e que podem afetar o futuro que imaginamos, parecem simplesmente desaparecer ao crescermos.
Na adolescência, quando achamos estranho o jeito que nossos pais nos tratam, começa a fase em que podemos traçar sozinhos o caminho que quisermos para nossas vidas, ao escolher uma carreira, ao comprar nossos próprios bens ou ao formar uma família, momentos em que precisamos literalmente amadurecer.
A cada um destes momentos, novas questões surgem e sempre estamos “atualizando” nossas pretensões para o futuro. Aprendemos a superar limites e enfrentar medos antigos, alterando assim nossa percepção com relação ao ambiente.
Em certas ocasiões, passamos todas estas fases e chegamos na tão sonhada aposentadoria. E lá estamos nós: estabilizados, livres de compromissos, a família bem acomodada e não sentimos mais necessidade de mudanças na vida. Nessa hora a maioria pára de sonhar, por achar que já alcançou tudo, sem saber que há muito mais para descobrir. Outros, por sua vez, passam por sofrimentos e desilusões mas não desistem de conquistar novas metas e sonhos.

Referências:
- Filme: Dois Filhos de Francisco (2005 / Drama)
- Filme: Antes de Partir (2007 / Drama)
- Música: “Até Quando?” (Gabriel, o Pensador)

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Vídeo: A história da Comunicação

Grupo: Elton Pacheco, Guilherme Ferreira, José Roberto S. C. Sobrinho, Luis Fernando Teixeira, Vanessa Inês Faccin

Links Interessantes

Dicas de links legais para leitura!

Carta do Aluno

O Seminário de Teoria da Comunicação foi muito produtivo.
Os grupos apresentaram de forma criativa e consistente textos de autorias diversas,
agregando conhecimento aos colegas. Pudemos ver o poder da leitura, da interpretação e da escrita, assim como expressar nossas opiniões sobre os temas e textos propostos. Fizemos citações dos autores que consideramos relevantes e ainda relacionamos com coisas aleatórias do dia-a-dia, que contribuíram para o enriquecimento do trabalho.Julgo de forma construtiva todo esse trabalho, pois expressando nossas opiniões e discutindo os mais variados temas, adquirimos novos pontos de vista ou reforçamos os antigos. Fomos capazes de ver que os textos, mesmo escritos há muito tempo atrás, são ainda atuais se considerarmos sua temática.Ainda posso citar como importante o fato de observarmos que muitas vezes o conhecimento adquirido não é conhecimento e sim algo imposto, que a partir do momento que deixa de nos ser cobrado é sistematicamente deletado de nossas mentes, assim como as experiências que vivenciamos durante a vida são por vezes muito mais relevantes do que outras profissionais que julgamos essenciais.
Taíssi Alessandra Cardoso da Silva

Carta do Aluno

Caro amigo leitor...
Nas últimas semanas, foram vários os assuntos discutidos nas aulas de teoria da Comunicação I, da professora Ana. A turma foi dividida em grupos, e cada um apresentou um seminário sobre um determinado texto. Eu diria que foi uma troca de ideias... Um diálogo entre os estudantes. Foram apresentados vários textos, sendo que a maioria dos alunos optaram pelo autor Ruben Alves. Entre os assuntos, destaco os textos Inúteis e Perniciosos e Sobre os perigos da Leitura. Os colegas falaram sobre as conseqüências do Vestibular na vida dos estudantes, defendendo a idéia de que em algum momento os alunos deixam de ter a capacidade de fazer perguntas e até mesmo pensar.Uma brincadeira chamada de Caixinha de Brinquedos interagiu nossa turma. Cada um de nós separou brinquedos e ferramentas no nosso dia a dia. Momentos de lazer, diversão, entretenimento fora colocados como brinquedos,e enquanto nossos afazeres, e compromissos foram vistos como uma ferramenta.Confesso que apesar de também ter escolhido um texto de Rubem Alves, um outro texto chamou minha atenção, no momento de apresentação dos seminários. O texto Experiência, que fez todos passarem por um momento de reflexão, sobre o que realmente é a experiência hoje em dia, quando tudo está se transformando a cada minuto.Bom, ainda foi apresentado o texto Estamos a Caminho, publicado na revista Veja. Eu diria que este é motivacional e reflexivo. E ainda, o texto Paraninfo, que tratou sobre a comunicação entre os homens. Todos os seminários foram muito importantes para mim, pois adquiri muitos conhecimentos através deles. Trocamos ideias, conversamos, e relacionamentos os textos com fatos vivenciados em nosso dia a dia. Na oportunidade pudemos dividir vários acontecimentos em nossa vida, ver como se estabelece a comunicação quais os problemas que o ser humano vem enfrentando desde a sua infância, principalmente a questão do controle que os superiores tem sobre o ser humano e como vao formando o seu pensamento, sua forma de ser e agir, moldando-o conforme os parâmetros de um cidadão ideal. Mas ao mesmo tempo, impedindo-o de ser o que ele realmente poderia ser. E ficou a questão no ar. O que fazer para mudar isso?
Mirian Flesch

Carta do Aluno

Carta para minha Mãe
Olá Mãe, venho por meio desta carta lhe contar como estão legais os nossos encontros na disciplina de Teoria da Comunicação I, com a Professora Dra. Ana Maria Strohschoen. Nos dias 08/09 e 15/09 apresentamos um seminário no qual, foram distribuídos os seguintes textos para a apresentação do mesmo: Inúteis e Perniciosos; Paraninfo; Experiência; Estamos a Caminho e Os perigos da Leitura. A turma foi dividida em grupos, o meu grupo ficou com o texto Paraninfo do Luis Fernando Veríssimo. Fizemos um resumo do texto que compara a comunicação dos animais com a comunicação dos homens, que diferente dos animais que nascem com instintos e com seus métodos de comunicação, o ser humano necessita de estudo e aprendizagem para se comunicar. Meu grupo além do resumo do texto do autor, apresentou um pequeno resumo da vida e obras do Luis Fernando Veríssimo, além de um vídeo feito pelo grupo sobre a historia da comunicação, esse vídeo você poderá ver no blog (http://tc1seminarios.blogspot.com), onde estamos postando todos nossos trabalhos. Deixo aqui um grande abraço e uma ótima semana.
Do seu filho Luis Fernando Teixeira

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Carta do Aluno

Caros colegas, que não puderam assistir os seminários, quero por meio deste texto mostrar o que mais de relevante esteve na apresentação. O nosso grupo começou a apresentação com “Os perigos da leitura” de Rubens Alves
A esse tema foi proposto analisar a maneira como lemos principalmente na preparação do vestibular ou na preparação pra uma entrevista, fazendo isso de maneira mecanizada, ler sem se identificar ou entender o real significado d que é lido, apenas memorizar e saber o que de mais relevante esta escrito ali.
Com isso perdemos nossa própria capacidade de raciocinar, de pensar por “nos mesmos” sem estar seguindo uma idéia ou filosofia de alguém.
Consideramos sempre o que e o outro pensa, mas esquecemos de levar nossas próprias idéias em consideração.
Mas isso não é de hoje, segundo Nietzsche, esse costume se origina dos eruditos, que passavam tanto tempo passando paginas de livros que pararam de pensar, só respondiam a um estimulo.
Mas isso nos é ensinado desde pequenos; decoreba sempre, sendo o caminho mais fácil rumo ao conhecimento. Em relação a isso Schopenhauer pensa o contrario: “e por isso que, se refere a nossas leituras, a arte de não ler è importante.
A curiosidade se esvai.
Mas Rubens Alves não se mostra contrario a leitura, desde que seja feita por prazer, começando pelas escolas.
Como criar o habito da leitura de um jeito certo?
A seguir, comentamos sobre o texto Inúteis e Perniciosos, também de autoria de Rubens Alves que de varias formas complementa e reforça a temática do texto anterior , o fato da leitura feita de maneira obrigatória e taxativa, neste caso em relação a preparação ao vestibular.
Demonstrando que o vestibular é um processo ultrapassado para testar conhecimentos dos estudantes. Pois “aquilo que não é instrumental para a vida logo é esquecido”. E após o vestibular o que aproveitamos disso?
Ser competente para passar no vestibular não é resolver problemas reais, ou que nos sejam comuns em nosso cotidiano, mas sim a capacidade de memorização.
Vestibulares são “cega-olhos”, porque aprendemos, a saber, a resposta, mas esquecemos de fazer a pergunta certa para chegar a tal conclusão.
E Rubens Alves diz que o principal benefício que a abolição do vestibular é que “as escolas estariam livres dessa guilhotina horrenda no horizonte e poderiam se dedicar a tarefa de educar, de desenvolver a arte de pensar, que nada tema ver com o preparo com os vestibulares”.
Sem o vestibular, qual seria a melhor maneira de testar conhecimento dos estudantes?
O que isso traria de positivo para nossa sensibilidade?

Atenciosamente;

Mauricio couto Beskow