quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Vídeo: A história da Comunicação

Grupo: Elton Pacheco, Guilherme Ferreira, José Roberto S. C. Sobrinho, Luis Fernando Teixeira, Vanessa Inês Faccin

Links Interessantes

Dicas de links legais para leitura!

Carta do Aluno

O Seminário de Teoria da Comunicação foi muito produtivo.
Os grupos apresentaram de forma criativa e consistente textos de autorias diversas,
agregando conhecimento aos colegas. Pudemos ver o poder da leitura, da interpretação e da escrita, assim como expressar nossas opiniões sobre os temas e textos propostos. Fizemos citações dos autores que consideramos relevantes e ainda relacionamos com coisas aleatórias do dia-a-dia, que contribuíram para o enriquecimento do trabalho.Julgo de forma construtiva todo esse trabalho, pois expressando nossas opiniões e discutindo os mais variados temas, adquirimos novos pontos de vista ou reforçamos os antigos. Fomos capazes de ver que os textos, mesmo escritos há muito tempo atrás, são ainda atuais se considerarmos sua temática.Ainda posso citar como importante o fato de observarmos que muitas vezes o conhecimento adquirido não é conhecimento e sim algo imposto, que a partir do momento que deixa de nos ser cobrado é sistematicamente deletado de nossas mentes, assim como as experiências que vivenciamos durante a vida são por vezes muito mais relevantes do que outras profissionais que julgamos essenciais.
Taíssi Alessandra Cardoso da Silva

Carta do Aluno

Caro amigo leitor...
Nas últimas semanas, foram vários os assuntos discutidos nas aulas de teoria da Comunicação I, da professora Ana. A turma foi dividida em grupos, e cada um apresentou um seminário sobre um determinado texto. Eu diria que foi uma troca de ideias... Um diálogo entre os estudantes. Foram apresentados vários textos, sendo que a maioria dos alunos optaram pelo autor Ruben Alves. Entre os assuntos, destaco os textos Inúteis e Perniciosos e Sobre os perigos da Leitura. Os colegas falaram sobre as conseqüências do Vestibular na vida dos estudantes, defendendo a idéia de que em algum momento os alunos deixam de ter a capacidade de fazer perguntas e até mesmo pensar.Uma brincadeira chamada de Caixinha de Brinquedos interagiu nossa turma. Cada um de nós separou brinquedos e ferramentas no nosso dia a dia. Momentos de lazer, diversão, entretenimento fora colocados como brinquedos,e enquanto nossos afazeres, e compromissos foram vistos como uma ferramenta.Confesso que apesar de também ter escolhido um texto de Rubem Alves, um outro texto chamou minha atenção, no momento de apresentação dos seminários. O texto Experiência, que fez todos passarem por um momento de reflexão, sobre o que realmente é a experiência hoje em dia, quando tudo está se transformando a cada minuto.Bom, ainda foi apresentado o texto Estamos a Caminho, publicado na revista Veja. Eu diria que este é motivacional e reflexivo. E ainda, o texto Paraninfo, que tratou sobre a comunicação entre os homens. Todos os seminários foram muito importantes para mim, pois adquiri muitos conhecimentos através deles. Trocamos ideias, conversamos, e relacionamentos os textos com fatos vivenciados em nosso dia a dia. Na oportunidade pudemos dividir vários acontecimentos em nossa vida, ver como se estabelece a comunicação quais os problemas que o ser humano vem enfrentando desde a sua infância, principalmente a questão do controle que os superiores tem sobre o ser humano e como vao formando o seu pensamento, sua forma de ser e agir, moldando-o conforme os parâmetros de um cidadão ideal. Mas ao mesmo tempo, impedindo-o de ser o que ele realmente poderia ser. E ficou a questão no ar. O que fazer para mudar isso?
Mirian Flesch

Carta do Aluno

Carta para minha Mãe
Olá Mãe, venho por meio desta carta lhe contar como estão legais os nossos encontros na disciplina de Teoria da Comunicação I, com a Professora Dra. Ana Maria Strohschoen. Nos dias 08/09 e 15/09 apresentamos um seminário no qual, foram distribuídos os seguintes textos para a apresentação do mesmo: Inúteis e Perniciosos; Paraninfo; Experiência; Estamos a Caminho e Os perigos da Leitura. A turma foi dividida em grupos, o meu grupo ficou com o texto Paraninfo do Luis Fernando Veríssimo. Fizemos um resumo do texto que compara a comunicação dos animais com a comunicação dos homens, que diferente dos animais que nascem com instintos e com seus métodos de comunicação, o ser humano necessita de estudo e aprendizagem para se comunicar. Meu grupo além do resumo do texto do autor, apresentou um pequeno resumo da vida e obras do Luis Fernando Veríssimo, além de um vídeo feito pelo grupo sobre a historia da comunicação, esse vídeo você poderá ver no blog (http://tc1seminarios.blogspot.com), onde estamos postando todos nossos trabalhos. Deixo aqui um grande abraço e uma ótima semana.
Do seu filho Luis Fernando Teixeira

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Carta do Aluno

Caros colegas, que não puderam assistir os seminários, quero por meio deste texto mostrar o que mais de relevante esteve na apresentação. O nosso grupo começou a apresentação com “Os perigos da leitura” de Rubens Alves
A esse tema foi proposto analisar a maneira como lemos principalmente na preparação do vestibular ou na preparação pra uma entrevista, fazendo isso de maneira mecanizada, ler sem se identificar ou entender o real significado d que é lido, apenas memorizar e saber o que de mais relevante esta escrito ali.
Com isso perdemos nossa própria capacidade de raciocinar, de pensar por “nos mesmos” sem estar seguindo uma idéia ou filosofia de alguém.
Consideramos sempre o que e o outro pensa, mas esquecemos de levar nossas próprias idéias em consideração.
Mas isso não é de hoje, segundo Nietzsche, esse costume se origina dos eruditos, que passavam tanto tempo passando paginas de livros que pararam de pensar, só respondiam a um estimulo.
Mas isso nos é ensinado desde pequenos; decoreba sempre, sendo o caminho mais fácil rumo ao conhecimento. Em relação a isso Schopenhauer pensa o contrario: “e por isso que, se refere a nossas leituras, a arte de não ler è importante.
A curiosidade se esvai.
Mas Rubens Alves não se mostra contrario a leitura, desde que seja feita por prazer, começando pelas escolas.
Como criar o habito da leitura de um jeito certo?
A seguir, comentamos sobre o texto Inúteis e Perniciosos, também de autoria de Rubens Alves que de varias formas complementa e reforça a temática do texto anterior , o fato da leitura feita de maneira obrigatória e taxativa, neste caso em relação a preparação ao vestibular.
Demonstrando que o vestibular é um processo ultrapassado para testar conhecimentos dos estudantes. Pois “aquilo que não é instrumental para a vida logo é esquecido”. E após o vestibular o que aproveitamos disso?
Ser competente para passar no vestibular não é resolver problemas reais, ou que nos sejam comuns em nosso cotidiano, mas sim a capacidade de memorização.
Vestibulares são “cega-olhos”, porque aprendemos, a saber, a resposta, mas esquecemos de fazer a pergunta certa para chegar a tal conclusão.
E Rubens Alves diz que o principal benefício que a abolição do vestibular é que “as escolas estariam livres dessa guilhotina horrenda no horizonte e poderiam se dedicar a tarefa de educar, de desenvolver a arte de pensar, que nada tema ver com o preparo com os vestibulares”.
Sem o vestibular, qual seria a melhor maneira de testar conhecimento dos estudantes?
O que isso traria de positivo para nossa sensibilidade?

Atenciosamente;

Mauricio couto Beskow

Sobre os perigos da leitura

Rubem Alves

O texto expõe um problema na questão da leitura decorada e das nossas próprias opiniões. Rubem Alves fala de um problema real, estudantes de nível superior preocupados com suas “decorebas” e textos famosos, e despreparados para questões comuns.
Uma das preocupações hoje em dia é da leitura errada, da falta de interpretação. As pessoas lêem e não se importam com a veracidade ou não do que leu. Dando como certa a opinião de quem escreveu.
Isso torna-se notoriamente um problema quando as pessoas passam a considerar o que leram como verdade absoluta dos fatos, por exemplo ao ler esse texto alguém pode sair dizendo que tudo que foi lido é o que realmente corresponde a realidade. Onde na verdade o que importa mesmo é a forma com que se lê. O conhecimento que pode ser adquirido ao consumir um texto, adquirido, mas não a fórceps, deve ser adquirido com embasamento com contextualização com crítica.
Ler bastante não é o ideal, o importante é saber o que se está lendo e usar essa leitura para conhecimento, construindo próprios conhecimentos e posições e não apenas levando idéias de terceiros como papagaios.

Grupo: Cesar Barão, Diogo Paz, Lucas e Luciana Bastos - Teoria da Comunicação I - Noite

Carta do Aluno

Olá meu caro amigo, como tens passado, eu como sempre apreendendo e indo atrás de novos amigos e conhecimentos. E através desta carta é que quero deixar minha marca para que você, que por um motivo ou outro irá ler estás frases que neste blog estão. Feliz é você que está à procura de novos conhecimentos e descobertas, pois é disso que posso dizer de alguns momentos que tive na aula da Prof.ª Ana Maria Strohschoen, que por ela é aplicada na disciplina de Teoria da Comunicação I.
É um aprendizado em cima do outro, dando ênfase à teoria da comunicação, mas abrindo um leque de opções, formas de conhecer, entender a notícia, a reportagem e até mesmo uma leitura ou um simples fato que surge em nossa memória. Tudo isto que muitas vezes é digno de uma pesquisa, que claro são visto por pessoas sabias, que não querem saber simplesmente sobre o fato, mas também ir saber a conseqüência que este pode trazer.
Nossa às vezes queremos dizer muitas coisas e não sabemos por onde começar, ou como começar. É assim que estou me sentindo, quero ser o emissor do que aprendi, mas não sei por onde iniciar a transmissão do meu aprendizado para o papel.
Poderia começar como foi me ensinado na escola ou como se fosse contar uma história infantil a minha filha Emanuelle. Era uma vez uma professora..., que argumentava sobre o texto de Rubem Alves, que falava sobre...
Mas que tal eu criar minha própria forma de construção, seguindo o exemplo que Rubem Alves quer nos passar, que de vemos ter nossa própria forma de construção de pensamentos e entendimento do que é nos passado. Ter nossas próprias idéias e formas de expressões pessoais.
Então foram distribuídos vários textos entre os grupos, sendo que a intenção é que houvesse uma discussão do tema entre os componentes de cada grupo, para ser apresentado em um seminário onde cada um iria desenvolver a sua forma de compreender o texto e apresentá-lo usando de todas as ferramentas imagináveis.
Foi uma experiência muito gratificante, pois em meu grupo havia cinco integrantes todos com o mesmo ideal, mas com várias maneiras de apresentar o conteúdo de formas diferenciadas.
Como diz minha Prof.ª Ana “Todos nós somos o número um”.
Todos nós temos nosso diferencial em ver e demonstrar nossa maneira de entender basta exercitar essa função.
Todos nós de uma forma ou outra fizemos leituras, sendo elas em livros, revistas ou jornais, tentando assim entender o que o autor quer nós transmitir através de sua escrita. Mas devemos ler e ter a nossa própria opinião e saber questionar quando aparecer questões duvidosas, fazer pesquisas pois é fazendo perguntas e pesquisando que iremos aprender mais sobre o assunto que foi lido.
Como dizia Rubens Alves “Eu me daria por feliz se as nossas escolas ensinassem uma única coisa: o prazer de ler!”.

Éder Vanderlei de Azeredo.

"Aquele que desperdiça o dia de hoje, lamentando o de ontem, desperdiçará o de amanhã, lamentando o de hoje." (P. Raskin).

Carta do Aluno

Caro amigo,

Nas últimas duas semanas na aula de Teoria da Comunicação I fizemos um seminário.
A proposta era escolher um dos seis textos que a professora disponiblizou nas apostilas
e fazer um trabalho baseado nele.
Deveríamos esclarecer tudo sobre o texto e no primeiro momento do planejamento entregar
um resumo com as principais ideias do autor. Na segunda parte do planejamento deveríamos
realcionar outros materiais que trouxessem ideias semelhantes ou complementares a do texto
para a apresentação. Poderiam ser textos, vídeos, músicas e vários outros tipos de materiais,
desde que tivessem alguma relação com o texto escolhido.
Não estive presente na primeira aula de apresentações, por isso talvez não tenha tanto a dizer.
Acompanhei as duas apresentações da aula seguinte a primeira. Os dois grupos foram muto bons,
mas achei o segundo mais interessante. O primeiro não foi muito longe ao relacionar ao realcionar
o texto com outras coisas. E também não pareceu ter tido um planejamento sobre o momento de
fala do grupo. O segundo, trouxe várias vídeos, inclusive um que eles mesmo fizeram, muito interessante
sobre a evolução da comunicação, desde as pinturas das cavernas até os dias de hoje. E apesar de nem
todos terem falado durante a apresentação, o planejamento pareceu ter sido melhor "arquitetado".


Carolina Lopes

Carta do Aluno

Olá amiga!
Quero te contar sobre um trabalho interessantíssimo que realizamos na aula da professora Ana Maria, na disciplina de Teoria da Comunicação I.
Formamos grupos de quatro componentes e podíamos escolher um dos textos que nos foram apresentados.
Por fim, escolhemos um autor não muito conhecido, Ivan Ângelo com o texto ESTAMOS A CAMINHO, e o apresentamos aos colegas.
Este texto fala sobre a influência que sofremos sobre qualquer tipo de situação quando crianças, mas depois, já crescidos, determinamos sozinhos o caminho que queremos seguir, principalmente quando formamos nossa própria família, momento em que nos somos mais responsáveis.
Além de apresentar algumas de suas obras que por sinal são muito criativas e interessantes. Como exemplos, utilizamos o trailer do filme Dois Filhos de Francisco. Apresentamos vídeos montados pelas componentes do nosso grupo e também entregamos de forma impressa, a cada colega, trechos de algumas histórias.
Enfim, querida, espero que tenha compreendido o teor desse trabalho. Infelizmente você não pôde estar presente, mas tentei te repassar as partes mais importantes. Qualquer coisa, se você quiser assistir aos vídeos apresentados, entre no blog da nossa turma e confira. Vale a pena!

Um abraço

Juliana Müller

Carta do Aluno

Olá querido Amigo!
Como tem passado?Tenho muitas novidades para te contar, uma delas é sobre um seminário na disciplina de Teoria da Comunicação I, ministrada pela professora Ana Maria Strohschoen, na Unisc.
Bom, o seminário começou no dia 11 de setembro, naquele dia 4 grupos fizeram sua apresentação sobre textos indicados pela professora, um dos texto era Sobre os perigos da leitura, de Rubem Alves, que falava a respeito da leitura, que quanto mais lemos menos pensamos, quando lemos , outra pessoa pensa por nós, só repetimos o seu processo mental, o grupo também disse que quanto mais se é obrigado a ler menos se pensa, as escolas deveriam ensinar o prazer da leitura, também o excesso de leitura faz com que as pessoas percam a arte de pensar. A apresentação deste texto foi bem interessante , pois mostrou que quando lemos demais, só para 'decorar' acabamos perdendo nossa capacidade de pensar sobre o assunto, questionar o que está escrito.
Outro texto, também de Rubem Alves, intitulado Inúteis e perniciosos falava sobre o vestibular, o vestibular seria algo inútil, pois os alunos decoram o assunto da prova e após ela acabam esquecendo, sendo assim, o vestibular não agregaria nada ao conhecimento da pessoa. O grupo também comentou sobre a caixinha de ferramentas, onde vão os conhecimentos para vida, e a caixinha de brinquedos onde estão os conhecimentos que nos dão razão para viver.
O encerramento do seminário foi dia 18 de setembro, neste dia três grupos apresentaram seus temas, dentre os texto deste dia estava Paraninfo, de Luis Fernando Veríssimo, e o texto Experiência, de um candidato em uma seleção da Volkswagen, este era mais pessoal, ele falava da experiências de vida dele.
Todos os grupos se utilizaram de recursos como apresentações de slides e vídeos, falaram um pouco sobre a vida do autor e relacionaram o tema do texto escolhido com algum filme ou música.
Resumindo o seminário foi muito bom.
Tenho certeza que você teria gostado muito.
Outro dia volto a te escreve, abraços.


Samara Mundt

Carta do Aluno

Estou escrevendo pra contar sobre os seminários das últimas aulas de Teorias da Comunicação.
Lembra dos textos que a Professora Ana deu? Pois então, foram vários grupos e, em média, cada dois pegou um texto.
Não sei dizer bem a ordem das apresentações, mas os textos sugeridos foram: “O Paraninfo”, de Luis Fernando Veríssimo; “A Formação de Um Novo Homem de Comunicação”, de Ana Maria Strohschoen; “Estamos a Caminho”, de Ivan Angelo; “Sobre Os Perigos da Leitura” e “Inúteis e Perniciosos”, de Rubem Alves, entre outros e mais alguns textos de apoio, como uma crônica vencedora de um concurso da Volkswagen, que fala sobre experiência; crônica esta que foi muito bem apresentada no seminário.
Os demais grupos também se saíram muito bem, apresentando vídeos e desenvolvendo o seminário com opiniões e discussões cabíveis.
Meu grupo foi responsável pelo primeiro seminário sobre a obra “O Paraninfo”, de L. F. Veríssimo, que faz uma relação entre a comunicação humana e animal. Inicia o texto com uma abordagem geral, mostrando que a comunicação está incluída na vida tanto do ser humano, quanto dos animais como item fundamental. Diz que a diferença está no fato dos animais já virem com essa “habilidade” desenvolvida, digamos, e o ser humano terem que aprender a desenvolvê-la com o tempo.
Por nós também foram exibidos trailers de filmes coerentes com o assunto do seminário. São eles: “Laranja Mecânica”, de Stanley Kubrick, que retrata a violência sem objetivo dos jovens combatida pelo autoritarismo sem freios do Estado (no filme, por “lavagem cerebral”, fazendo uso de imagens e sons) e faz um painel assustador da sociedade européia e do próprio mundo moderno; “O Escafandro e a Borboleta”, de Julian Schnabel, que fala de um homem apaixonado pela vida que, em um dado momento, sofre um derrame cerebral e tem todo o corpo paralisado, com exceção dos olhos, que se tornam seu único meio de se comunicar com o mundo exterior; e “Ensaio Sobre a Cegueira”, obra-prima de Saramago, transformado em roteiro cinematográfico por Don McKellar e dirigido por Fernando Meirelles, que fala de uma inédita e inexplicável epidemia de cegueira que atinge uma cidade e, à medida em que os afetados são colocados em quarentena e a ajuda vai ficando escassa, o grupo começa a brigar entre si por suas necessidades básicas expondo instintos primários. De alguma forma, uma mulher escapa à epidemia e assume o objetivo de ajudar essas pessoas a reencontrar a humanidade.
Os seminários foram, de um modo geral, bastante construtivos e, com certeza, aproveitados por todos os alunos.
Espero ter esclarecido tudo.
Abraços,


Matheus Machado Fonseca.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Os Perigos da Leitura

Este vídeo é um complemento do texto sobre Os Perigos da Leitura, apresentado pelo grupo Elizandra, Christofer, Fernando, Éder e Gustavo. Da turma da noite.


Carta do Aluno

Caros colegas matadores de aula,
Espero que seja muito bom o motivo pelo qual vocês deixaram de ir à aula em que foi apresentados os grupos do seminário da disciplina de Teoria da Comunicação I, pois vocês perderam assuntos e reflexões bem interessantes desse dia.
Como sou um colega muito bondoso, irei resumir pra vocês o trabalho do meu grupo. Eu, Helena Schuck, Juliana Spilimbergo, Lucas Bohn e Vanessa Berguer escolhemos o texto do Ivan Ângelo: Estamos a caminho. Abrimos nossas mentes e analisamos a crítica de Ângelo, que fala sobre as pessoas que se preocupam muito mais com o futuro e acabam esquecendo do fundamental para a construção do mesmo, o presente.
Utilizamos diversos métodos de apresentação: slides, vídeo, música, entrevista, dinâmica de grupo. O vídeo apresentou cenas do filme “À procura da felicidade” com Will Smith, que relata a vida de um homem que busca sempre dar o máximo de si no seu presente, para alcançar o tão tranqüilo futuro desejado, e com uma trilha musical do Jota Quest, “Dias melhores”, compatível com a perseverança do protagonista do filme. Os slides e a entrevista serviram para a exposição de outras opiniões, as quais chegavam a um padrão de crítica muito semelhante de Ivan Ângelo. E por fim, chegamos em um único questionamento, que foi imposto como um “exercício” aos nossos colegas presentes: O que você põe em prática, hoje, para construir e viver o seu futuro? Já que não foram à aula, fica a dica: ao menos façam essa reflexão quando puderem. Acredito que seja importantíssima pra vocês obterem uma melhor noção do planejamento do futuro de vocês. Se liguem, às vezes vocês podem perder muito mais que a nota dos trabalhos se não tiverem um colega tão amável quanto eu. Próxima semana quem falta aula sou eu, então tratem de mandar uma carta dessas pra mim.

Abraços à todos, e obrigado.

Wiliam Reis

Carta do Aluno

Olá minha cara amiga, foi uma pena você não ter ido nas ultimas aulas, você perdeu uma experiência indescritível. Como já disse, não terei como descrever cada momento de experiência que nossa turma de Teoria da Comunicação I, recebeu. A professora Ana Maria Strohschoen nos propôs uma atividade de Seminário, tivemos algumas aulas de discussão sobre os textos que cada grupo escolheu, foi ótimo, aprendi muito, o meu grupo escolheu o texto Paraninfo do autor Luis Fernando Veríssimo. O Luis Fernando diferenciava a comunicação que é natural entre os animais e ensinada aos homens. O debate primeiramente em grupo, e depois com a turma e a professora me ajudou muito a compreender o processo de evolução da comunicação. Haa, quase que esqueço, claro que o meu trabalho foi muito importante para mim, mas sabe que o debate dos textos dos outros grupos foi fundamental para compreender diversos pontos da comunicação, alguns acho que nunca havia parado apara analisar. Amiga nesse trabalho podemos conhecer melhor nossos colegas, e me orgulhei muito de ver como todos são criativos a atenciosos, pois as apresentações foram ótimas e super participativas. Com certeza foi uma ótima experiência, muito produtiva, além disso os comentários posteriores da professora Ana foram de grande valia para a formação de nossa opinião. Espero que tenha oportunidade de conhecer todos os textos e autores que nos foram apresentados, saudades.

Atenciosamente;

Desirê Allram

Carta do Aluno

Oi, tudo bem ?

Meu nome é Jessica, sou aluna do Curso de Comunicação Social habilitação em Publicidade e Propaganda da Unisc em Santa Cruz do Sul.
Anteriormente ocorreu um seminário em minha universidade, na disciplina de Teorias da Comunicação, ministrada pela professora Ana Maria Strohschoen. No seminário discutimos textos de vários autores como: Rubem Alves, Luiz Fernando Veríssimo, Ivan Ângelo e até autores desconhecidos.
No seminário a primeira coisa que aprendemos foi a questionar e pensar sobre o que o autor transmite e não apenas concordar com ele, percebe-se como se vai perdendo a ânsia do conhecimento, do estudar por prazer e não por obrigação. Fizemos comparações, trouxemos exemplos, curiosidades, e o mais importante despertamos a nossa curiosidade e capacidade de debate.
Alguns textos nos remeteram a pensar sobre nossos ideais, outros como nossas escolhas e até da nossa origem. Outros causaram mais alvoroço, outras varias questões.
E o que fica de tudo é que sempre devemos estar em constante busca por saber, pois o que eu não sei que quero aprender.

Atenciosamente,

Jessica Castro

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Carta do Aluno

Com um trabalho proposto pela professora Ana Maria Stroschoen na cadeira de Teoria da Comunicação, tivemos que escolher um texto dos vários proposto por ela, nosso grupo foi composto pelas colegas Juliana Schroeder, Julia Muller, Ana Claudia Silva e por mim, escolhemos o texto do Ivan Ângelo – Estamos a caminho –. Achamos um texto interessante para trabalhar, pois ele falava de situações que muitas pessoas enfrentam e também nos identificamos com ele.O texto “Estamos a Caminho” fala do futuro, do que esperamos dele, de que sempre estamos em busca do melhor, onde procuramos fazer hoje para que no futuro possamos conquistar um sonho, passamos grande parte de nossas vidas voltados a ele. Enquanto somos pequenos as mudanças nos são impostas, com o passar do tempo vamos determinando sozinhos o que queremos, pois vemos a vida com nossos próprios olhos, onde vemos que muitas coisas não são bem exatamente como achávamos que eram.Para realizar o trabalho pensamos em achar coisas que se identificassem com o texto, lembramos que o filme Os dois filhos de Francisco mostra bastante sobre e expectativa de um futuro, de fazer algo hoje para se ter um futuro melhor. Também escolhemos a música Epitáfio dos Titãs para ser a trilha sonora de uma pequena apresentação sobre o autor do texto e sobre suas obras, a música fala em coisas que poderiam ser feitas diferente no passado, lembrando um pouco que devemos viver mais o presente, ao contrário de que o texto diz. Com todo o material em mãos, montamos um vídeo com o que achamos sobre o autor e com a música, depois de explicar para a turma um pouco sobre o autor e o texto escolhido, mostramos o trailer do filme, também distribuímos folhetos com algumas obras do autor.Nós não conhecíamos o autor, mas com a pesquisa toda que fizemos para poder apresentar o trabalho, achamos as obras dele bem interessante, tanto que uma de nossas colegas do grupo criou em especial um vídeo de uma obra do autor, “História em ao e inha”. Outras obras do autor nos chamaram a atenção como “Amor?”. A entrega dos folhetos com um alguns exemplos das obras do autor para os colegas teve a intenção de fazer com que eles também tivessem interesse em conhecer mais sobre o autor, esperamos ter alcançado nosso objetivo.
Carla Lidiane de Souza

Carta do Aluno

Prezado amigo Rubem Alves!

Peço-lhe desculpas por estar lhe importunando... Entretanto, escrevo mesmo assim, porque me senti impelida a lhe confessar que de certa forma o subestimei. Permita-me que explique: de início, ao ler seu texto para um trabalho, gostei dele, achei-o leve e de temática interessante; visitei seu site e também gostei da forma como foi organizado e de outros textos que achei lá. Percebi o quanto gosta de citar Schopenhauer e Nietzsche, e até me interessei por lê-los também. Mas não pensei que o que li fosse repercutir por tanto tempo em minhas reflexões. Depois da leitura, e de ouvir a opinião de outros colegas sobre seus textos durante a apresentação do seminário, já me surpreendi várias vezes pensando no assunto. Também fiquei grata. Grata, sim. Durante muito tempo me culpava ao abandonar uma leitura que não me empolgou muito, mas que me havia sido recomendada como sendo extremamente necessária ou muito boa. Venho pensado muito sobre o assunto, desde então. Acredito que os livros nos caem melhor quando estamos preparados para o seu conteúdo. Isso fecha com o que você diz em “sobre os perigos da leitura”, advertindo os leitores sobre a forma como a realizam. Sendo assim, já não tenho tanto remorso em fazê-lo; entendo agora que a leitura até pode ser boa, mas não nesse momento; que um dia, talvez a busque, ou me caia nas mãos novamente, e vá achá-la ótima; ou que talvez, não seja assim tão boa, mas como todo mundo lê... sabe como é. Bem, não creio que deva tomar mais de seu tempo. Apenas gostaria de agradecê-lo por dividir sua sabedoria desta forma. Parece estar bastante preocupado em fazer de seus textos uma leitura agradável e com um sentido profundo para os leitores. Isso muito me agrada... nada de “enfeites” desnecessários e palavras rebuscadas para parecer muito culto. Seus textos, simples e sábios, falam por si e demonstram a grandeza de espírito do homem que os escreveu.
Com sinceros agradecimentos,
Gisele Grehs dos Santos

Carta do Aluno

Prezado Sr. Rubem Alves
Ao cumprimentá-lo cordialmente, gostaria de relatar ao senhor, fazendo uso de uma linguagem simples, quais foram minhas impressões e expectativas, ao trabalhar em grupo, o texto intitulado, Inúteis e perniciosos, de sua autoria. A leitura se deu de forma rápida e prazerosa, ao passo que o texto relata assuntos atuais de suma importância, com os quais me identifiquei de imediato.Acadêmica do Curso de Comunicação Social – Relações Públicas, passei pelo horror das leituras obrigatórias, perdi horas de diversão e abri mão de finais de semana na busca insana de obter resultados favoráveis no vestibular. Passei também pela experiência de realizar o ENEM por três vezes e então na terceira tentativa obtive a tão sonhada e disputada aprovação. Por ter tido experiências relacionadas com o assunto descrito no texto me senti a vontade em discuti-lo e inspirada em pesquisar sobre o trabalho do Senhor e temas relacionados.A elaboração do trabalho se deu de forma prazerosa, o grupo não enfrentou grandes problemas de concordância, nos iteramos do texto, discutimos o mesmo e realizamos pesquisas acerca dos assuntos abordados. De posse dos resultados obtidos por meio das pesquisas discutimos sobre a problemática dos vestibulares e sobre a visão de alguns autores sobre o mesmo, junto à professora da disciplina de Teoria da Comunicação, em seguida dividimos o trabalho. Optamos por realizar em sala de aula em meio ao seminário, uma dinâmica, a fim de verificar junto aos demais colegas o que estes mantêm em sua caixa de brinquedo e em sua caixa de ferramenta. Os resultados foram variados estando no topo da caixa de ferramentas coisas relacionadas a estudo e atual fonte de renda e no topo da caixa de brinquedos coisas relacionadas a descanso e relacionamentos inter-pessoais. A apresentação do trabalho ocorreu no dia 08 de setembro em sala de aula na Universidade de Santa Cruz do Sul, tínhamos em torno de vinte minutos para finalizarmos a apresentação, como já prevíamos vinte minutos seriam muito pouco para apresentarmos e discutirmos o texto e os assuntos pesquisados pertinentes a ele. Ultrapassamos um pouco o tempo limite de tempo estipulado, uma vez que o assunto abordado é de grande repercussão e sem dúvida nenhuma uma excelente pauta para discussão. Tenho certeza de que nossa participação no seminário foi valida e que muitos dos nossos colegas refletiram acerca de suas caixas de brinquedo e de ferramenta, assim como sobre a inutilidade do vestibular e a forma tradicional de educação. Fomos o primeiro grupo a apresentarmos o trabalho no seminário que seguiu com a apresentação dos demais grupos. Os assuntos abordados no seminário e mantivera-se conectados, os temas contemplados faziam referência aos que seguiam na sequência de forma abrangente e de fácil entendimento. As apresentações se mostraram extremamente originais e criativas e o seminário foi encerrado com o texto Paraninfo de Fernando Veríssimo, fazendo referencia a Comunicação. Gostaria de salientar que tal dinâmica em sala de aula foi para mim muito valida e satisfatória assim como ter tido o prazer de apresentar o texto Inúteis e Perniciosos e tomar conhecimento de suas obrar e ideais.Atenciosamente;
Janaína Silva

Carta do Aluno

Escrevo para contar um pouco do que foi o seminário de teoria da comunicação. Os assuntos giravam em torno de leitura educação e comunicação, o grupo do qual fiz parte ficou com o texto “Sobre os perigos da leitura “de Rubem Alves. Assim, nos debruçamos sobre o assunto, procuramos outras coisas que o autor tenha dito ou escrito, a respeito de leitura, mas também fomos atrás de outras referências citadas ou não em seus textos. Parte da pesquisa foi uma busca individual, o que, para mim, foi legal pela diversidade das informações trazidas. Mas é claro, que, o que brinda um trabalho como este é a discussão a cerca do tema, que nos levou a questões interessantes ao longo do processo.Gostaria aqui de citar algumas delas: Como incentivar crianças e jovens, a gostarem de ler? Será que as escolas cumprem o seu papel, ou afastam ainda mais os alunos dos livros impondo a leitura? Que influência a mídia impressa ainda tem sobre as pessoas e os outros meios de comunicação, e até que ponto se pode ler um texto e tê-lo como verdade absoluta? Chegamos à conclusão que, um dos caminhos para uma leitura prazerosa e menos passiva, pode estar no respeito do gosto pessoal e no desenvolvimento do senso crítico. Levando em conta que cada um carrega uma bagagem única, e que, esse repertório pode ser fundamental para apontar uma direção para a crítica. Por fim, mas não menos importante, assistimos a diversas apresentações deste e de outros textos. O que contribuiu para que lançássemos novos olhares sobre os assuntos. O seminário foi um momento de busca pelo conhecimento, de conhecer novos pontos de vista, de dar boas risadas, mas acima de tudo foi um tempo para a reflexão. Por hora é isto, até breve. Bárbara P.Duarte

Carta do Aluno

Querida Colega
As aulas de teoria da comunicação I, estão bem interessantes, foiproposto pela Professora Dra. Ana Maria Strohschoen, para que os alunosfizessem um seminário sobre textos de vários autores, como Rubem Alves,Luis Fernando Veríssimo, Ivan Ângelo, entre outros.Os textos escolhidos pela turma para apresentar nos dias 08/09 e 15/09foram: Inúteis e Perniciosos; Paraninfo; Experiência; Estamos a Caminho;Os perigos da Leitura.A turma foi dividida em grupos, o meu grupo escolheu o texto Paraninfo doautor Luis Fernando Veríssimo.Sobre o texto fizemos um resumo, que explicava um pouco do que o autorpassou para alunos da comunicação, o qual foi o paraninfo da turma naformatura.O texto de Luis Fernando Veríssimo compara a comunicação dos animais coma dos homens, que diferente dos animais que nascem com instintos e comseus métodos de comunicação, o ser humano necessita de estudo eaprendizagem para se comunicar. E todo o formando quando se torna umprofissional de comunicação vira especialista em formas não naturais deentendimento. E segundo o autor o homem tem ética e poder de escolha, aocontrario dos animais, é isso que vai determinar como nos comunicaremos.Foi bom trabalharmos com o texto Paraninfo, pois aprendemos a importânciade se comunicar, e descobrir que o profissional de comunicação sempredeve pesquisar e estudar muito e ir sempre a fundo nos seus objetivos esuas duvidas.Amiga, o meu grupo também fez um vídeo gravado com nossas próprias vozessobre o avanço da tecnologia, que ficou bem interessante, tambémtrouxemos alguns vídeos sobre erros dos profissionais da comunicação etelejornalismo.No ultimo dia do seminário fizemos um lanche no final das apresentações,que nos uniu em uma grande confraternização, onde podemos tambémconversar com os colegas sobre a conclusão do seminário.O seminário nos ajudou muito, foi interessante todos os trabalhos, poisdiscutimos sobre inúmeros assuntos, dialogamos e aprendemos mais sobre osassuntos dos textos propostos.Caso você queira dar uma olhada nos trabalhos do nosso seminário podeacessar o blog onde postamos os trabalhos do semestre(
http://tc1seminarios.blogspot.com).Sei que estas longe e louca para voltar para as aulas, mas sempre quetiver um tempinho lhe escreverei.Um grande beijo da amiga e colega Vanessa Inês Faccin.

Carta do Aluno

Oi amiga!!
Estou escrevendo pra te contar sobre um seminário que tive na aula de Teorias da Comunicação I. Este foi apresentado em duas aulas, abordando textos de Rubem Alves, Luís Fernando Veríssimo entre outros. As apresentações em sua maioria, foram feitas através de slides acompanhados da explicação dos alunos e citações de outros autores. Houve também relações com filmes, livros e reportagens. As explicações foram bem articuladas, sendo os textos de Rubem Alves os mais explorados, também os mais inusitadamente relacionados, sendo que essa relação foi feita com outros autores, filmes e até músicas. Houve uma única apresentação referente ao texto “Experiência”, que feito com um vídeo ilustrando o texto e relações com o mesmo, feitas com uma reportagem da revista “você s/a” e propagandas de televisão (TIM, Canal Futura,e Vestibular de Verão UNISC 2008). Foi abordado também um texto de Luís Fernando Veríssimo, que trata de comunicação. Essa apresentação foi feita por dois grupos, ambos apresentaram a história da comunicação. O primeiro relacionou com filmes, expondo traylers destes. O segundo grupo, além da história da comunicação apresentou também um perfil de Luís Fernando Veríssimo. Foi ainda abordado as formas de linguagem corporal, seus significados destas, e as diversas formas de comunicação que variam de acordo com o lugar e a época. Ilustraram ainda com um dos quadros do Fantástico, o “Sexo oposto”, que falava das diferença na comunicação de homens e mulheres. Bem amiga, foi isso, foi muito enriquecedor esse seminário, deu pra aprender muito além de ter sido muito divertido.
Fico por aqui, te espero por aqui qualquer dia desses, beijos.
Luana Cristina Knod

Carta do Aluno

Querido Amigo!

Há tanto que não lhe falo, hein? Tenho uma grande novidade para te contar! Novidade essa que acredito que é de seu interesse. É a respeito de um Seminário que participei faz alguns dias. Seminário este que tratou sobre vários temas, todos eles relacionados à Comunicação. Foram ótimas apresentações, onde pude aprender muito, sobre muitas coisas. A que participei ativamente, foi na que tratou sobre a “História da Comunicação”. Mas assisti a tantas outras, todas tão importantes quanto essa. Aprendi sobre os perigos da leitura. Exatamente, da leitura! Que quando lemos demais, e APENAS lemos, deixamos de exercitar o nosso cérebro de certa forma. E sabe que isso é verdade mesmo? Muito interessante. Também tivemos apresentações que nos fizeram perceber o quanto, muitas vezes, pensamos muito, ao invés de agir. Estamos sempre com o pensamento no amanhã, e acabamos por se esquecer do HOJE. Além de, sermos sempre de certa forma, influenciados mais pelos outros do que por nós mesmos. Realmente foram todos temas de importância imensa para mim. Todos me fizeram parar para pensar, e assim pude ver o quanto posso melhorar, tanto na forma de agir quanto na de pensar. Sem dúvida, foram trabalhos excelentes, que foram indiscutivelmente, muito bem apresentados, e que com toda a certeza, acrescentaram a todos que os assistiram. Pena você não ter podido ir desta vez, mas na próxima, lhe espero! Abraços! ALINE GABRIELA GONÇALVEZ

Carta do Aluno

Queridos estudantes do Ensino Médio,
Venho aqui para estimulá-los. Estou cursando Comunicação Social na UNISC, especificamente a cadeira de Teorias da Comunicação I com Ana Maria Strohschoen, e no último dia 18 de setembro encerramos nosso Seminário a partir da leitura de vários textos sobre comunicação, experiência e principalmente sobre nosso conhecimento. Pudemos ler os textos, formar nossas opiniões e relacionar com diversos aspectos relevantes em nossa concepção. E foi a partir desse Seminário que resolvi escrever essa carta, afinal preciso lhes contar que no Ensino Superior tudo vai ser diferente. Não serão passadas a vocês informações que não são relevantes para sua profissão, nem conhecimentos exclusivos para uma prova de vestibular, pelo contrário, lhe ensinarão a pensar, a interpretar, a formar conhecimento. Tudo vai se tornar válido e prazeroso. Aprendi que nosso cérebro é como um “escorredor” de massa, só permanece o que é realmente importante. E o que achei fascinante: não mais lhe ensinarão a seguir o caminho correto, pelo contrário, vão lhe desafiar para que você ouse e faça o que ninguém nunca imaginou fazer. E se você errar? Vão lhe orientar, vão lhe ajudar. Se você não concorda com alguma coisa dita, seja por um colega ou um professor, fale, não se intimide, afinal vão adorar ter sua participação mesmo que seja para discordar. Por isso querido amigo, estude para passar no vestibular sim, não para agradar professores nem família, mas para que você saboreie a sua liberdade de pensamento. Afinal, no mundo em que vivemos, precisamos atingir a maioridade para voltarmos a ter nossa própria forma de pensar.
Att. Anna Laura Neumann (uma sonhadora, universitária).

Carta do Aluno

Querida Colega,
No dia 25 de agosto de 2009, na disciplina de Teoria da Comunicação, nos foi destinado a montagem de um seminário, nosso grupo foi formado por quatro acadêmicos: Bruna ,Bráulio e Francine.
Com o propósito de lermos o texto Estamos a caminho de Ivan Ângelo e fazermos um resumo com as idéias principais,logo após começamos a nos questionarmos de que maneira iríamos transmitir para a turma o que entendemos, sentimos e pensamos quando nos pomos a essa leitura.
Minha opinião era fazermos uma apresentação diferenciada e não cansativa, algo dinâmico com que envolvêssemos os colegas, então debatemos nossas idéias.
Fomos o último grupo na apresentação, mas conseguimos um bom resultado, pois tivemos a participação de alguns colegas e até a professora.No seminário outro grupo também apresentou nosso texto, mas nada foi igual, tivemos um rico conhecimento em organização, planejamento, saber ouvir, respeitar e entender a opinião dos outros.Outros textos abordaram os temos: escolhas, destino, experiência, perigos da leitura e a questão do vestibular, as apresentações duraram duas semanas.Essa foi a minha experiência, estou aguardando sua resposta.
Com carinho:Luana Cruz

Carta do Aluno

Caro amigo,estou lhe escrevendo para comunicar que tive a oportunidade de participar de um seminário da disciplina de Teoria da Comunicação I orientado pela professora Ana Maria Strohschoen que iniciou-se no dia 08 de agosto e finalizou-se no dia 15.A proposta era fazer com que cada grupo(de aproximadamente 4 a 5 pessoas)escolhesse um dos textos indicados e apresentasse para a turma na melhor forma em que o grupo decidisse expor o seu trabalho.A medida em que os textos foram escolhidos os integrantes focaram suas idéias e suas conclusões naquele determinado assunto e autor.Nosso grupo era composto por,além de mim, Bruna,Luana e Bráulio e apresentou especificamente sobre o texto “Estamos a caminho” do autor Ivan Ângelo,onde a principal idéia era discutir sobre as escolhas que fazemos em nossas vidas,muitas delas com influencia dos pais,pois são eles que guiam nossos passos desde crianças,mas a verdade é que o nosso futuro depende exclusivamente de nós mesmos!Outros grupos também apresentaram diversos assuntos como: a importância do vestibular,os perigos da leitura,experiência e destino.Foi muito bom e gratificante compartilhar essas diferentes idéias com os demais acadêmicos da disciplina,creio que nos fez crescer e aprender ainda mais,pois os integrantes de cada grupo se esforçaram para que o trabalho fosse realizado com sucesso.Acho que a maioria das expectativas foram alcançadas,e espero que assim como eu, você também possa ter essa experiência que com certeza me acrescentou novos conhecimentos e novas idéias. Um Abraço de sua amiga Francine Weis.

Carta do Aluno

Oi querido, tudo bem? Espero que sim, comigo esta tudo ótimo. Lembra do seminário que te falei? Felizmente deu tudo certo. O assunto era ótimo, meu grupo se empolgou, talvez até demais, sem dúvidas foi pelo assunto tratado no texto. Optamos, eu e meu grupo, por usar recursos audiovisuais. Então decidimos entrevistar pessoas, perguntando qual o último livro que elas tinham lido e por que. Para assim mostrar aos colegas a real intenção de Rubem Alves em seu texto “Sobre os perigos da leitura”. Creio que a apresentação foi bem absorvida, pois todos pareceram entender realmente o grave problema que enfrentamos em possuir uma sociedade formada principalmente por pessoas que não possuem opinião própria e que aderem a modismos baratos, como concordarem com a opinião de um certo ator ou atriz somente por seu status, sem falar na escola, onde somos forçados a ler obras de determinado período, tirando todo o prazer da leitura e removendo os estímulos que possamos ter para ler.
Elizandra Ferreira

Carta do Aluno

Amigo, esta semana apresentamos um trabalho muito interessante, na cadeira de Teoria I.Tratava-se de um seminário, na qual vários grupos apresentariam um texto anteriormente escolhido.Meu grupo optou por um dos textos de Rubem Alves, que estavam disponíveis para a realização do trabalho, “Sobre os perigos da Leitura”, que por sinal foi a opção de outro grupo.No dia da escolha do texto ainda fizemos um resumo deste, e cada um do grupo fez suas observações. Logo, discutimos o modo de apresentação.Confesso que meus amigos de trabalho não se escoraram, cada um já deu sua opinião e já foram várias idéias aproveitáveis.À tarde do dia da apresentação foi agitada, apesar de tudo já estar encaminhado faltava os slides, os vídeos, e todo aquele nervosismo de primeira apresentação na cadeira.Mas, enfim, a noite chegou, as apresentações começaram, o primeiro grupo já estava pronto. Trataram de falar de um texto de Rubem Alves, “Inúteis e Perniciosos”, procuraram se aprofundar na vida e obra e trouxeram algumas brincadeiras pra ficar mais divertido e não tão monótono.O segundo optou por “Sobre os perigos da Leitura”. Naquele momento fiquei mais nervosa, tínhamos a responsabilidade de apresentar novidades e não bater na mesma tecla.Enfim, o terceiro nós!No início deu medo, mas saiu tudo bem como planejado. Cada um se ocupou de falar bem sobre seu assunto, exemplos bem colocados, as citações exatas. É foi bom, para meu alívio.Alguns grupos seguiram suas apresentações. O último grupo da noite foi mais dinâmico e fez brincadeiras.Os da segunda noite foram bem, o primeiro a “Experiência”, passou vários vídeos.Os que seguiram também foram bem. Mas, não querendo estender o assunto, em resumo, todas as apresentações foram boas dentro de suas características, dependendo do grupo.O seminário foi muito bom.Um grande abraço!Luciana Bastos

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Paraninfo

Luis Fernando Verissimo

O autor F. Veríssimo faz uma relação entre a comunicação humana e dos animais. Inicia o texto com uma abordagem geral, mostrando que a comunicação está incluída na vida tanto do ser humano, quanto dos animais como item fundamental. A diferença é que os animais já vêm com essa “habilidade” desenvolvida, digamos, e o ser humano tem que aprender a desenvolvê-la; o que vem naturalmente é a necessidade, não a habilidade.Para o autor, pelo motivo de trabalhar esta habilidade, o estudante de comunicação tem uma obrigação maior a respeito da capacidade de se comunicar. O mesmo deve ter em mente o aprendizado contínuo e a ética. Deve saber se comunicar além da capacidade primária, sendo capaz de manipular com facilidade as formas de comunicação.Mas nós humanos não temos a prisão do ‘fazer por instinto’, mas sim, temos a capacidade de fazer escolhas e, com elas, direcionar nossas idéias como bem desejarmos. Temos que ter em mente que, como futuros usuários das ferramentas midiáticas como formas de informar, devemos, mais do que todos, fazer uma ligação entre ética e livre arbítrio.

• Em que ponto a boa comunicação tornou-se algo necessário?

• Quão maléfica pode ser, em se tratando da sociedade, a falta de comunicação? Quais áreas são mais intensamente afetadas por isso?

• Quais são as principais formas de se comunicar?

• Partindo do princípio que a intenção da comunicação é possibilitar a interação entre os seres humanos, por que surgiram tantas variações no jeito de se comunicar, como a diversidade de idiomas, por exemplo?

• Imagine um mundo de mudos. Você acha que, sendo todos os habitantes desprovidos da fala, haveria apenas um meio de se comunicar?

Grupo: Aline G. Gonçalvez ; Fábio J. Simmianer ; Matheus M. Fonseca. - Teoria da Comunicação I - Manhã.

Carta do Aluno

Caro amigo:
Leonardo, meu “irmão” como você está? Chegou bem em Santa Maria? Como eu havia comentado sobre o seminário que aconteceria nas aulas da Cadeira de Teoria da Comunicação 1, aconteceu. Ele foi apresentado nos dias 08/09/2009 e 15/09/2009 por minha turma que estava dividida em mais ou menos oito grupos. Todos os grupos deveriam desenvolver seus trabalhos em cima de textos como o ”Estamos a caminho” do Ivan Ângelo, que se trata de uma crítica a supervalorização de planos futuros e a desatenção que se tem com o hoje (presente), “Inúteis e perniciosos” de Rubem Alves, uma contestação à importância e necessidade dos atuais vestibulares, “Os perigos da leitura” também do Rubem, só que referindo – se à leitura como algo que nos é imposto e não ensinado corretamente como forma de nos fazer a pensar, o que incomoda o autor. Um dos textos mais interessantes em minha opinião, foi “Experiência”,de um autor desconhecido, candidato para uma seleção de emprego na Volkswagen, precisou responder a seguinte pergunta: "Você tem experiência?", e de uma forma muito criativa ele respondeu e acabou sendo selecionado. Já meu grupo ficou encarregado do texto “Paraninfo” do Luis Fernando Veríssimo, onde ele faz uma comparação muito bem humorada sobre os métodos de comunicação usados pelos animais (insetos entre outros) e o ser humano, sem falsa modéstia nosso trabalho ficou muito bom! Como também ficou a maioria dos trabalhos. Concluo mais uma vez que qualquer espécie de aprendizado é inerente a processos de pesquisa, desenvolvimento coletivo e desprendimento do convencional, pois os trabalhos foram muito bem elaborados e criativos,isso sem falar nas “coleguinhas”, mas isso já é outro assunto, e que conversaremos pessoalmente. Pois então fica um abraço do teu amigo e não se esqueça de que “Quem não se movimenta não sente as correntes que o prendem”- Rosa Luxemburgo.
Elto Pacheco

Carta do Aluno

Olá colega!Tudo bem? Vim dividir contigo a experiência que tive em um seminário na cadeira de Teoria da Comunicação I...Onde tivemos que relacionar alguns textos com vídeos que nos foram mostrados e montar uma apresentação!Eram textos muito bons e os vídeos também, que passavam uma mensagem muito proveitosa.Cada um pode passar a sua mensagem do seu jeito usando brincadeiras, slides, vídeos, etc.. Como fosse de mais fácil entendimento aos colegas.No meu caso nosso grupo escolheu o Texto 'Experiência', que fala sobre uma entrevista de trabalho onde o entrevistado se depara com a seguinte pergunta:'Você tem experiência?', e a patir dai narra algumas de suas experiências de vida concluindo que experiências todos temos cada um tem as suas E nem sempre isso é o essencial para que uma pessoa seja encarregada de uma função, pois todos podemos aprender e nos adaptar a coisas novas e fazemos isso a todo instante; Usamos um vídeo relacionado com o texto, um clipe de uma música que fala sobre alguns fatos da vida, algumas experiências E contamos algumas histórias de nossas vidas relacionadas a trabalho.Enfim cada grupo se identificou com algum texto e apresentou de forma prática as suas conclusões, Ampliando nossa visão para a vida seja em família, na vida social e principalmente profissional.Foi um ótimo trabalho, gostei muito tanto de apresentar como de ver as apresentações! Muito obrigado pela atenção,Um abraço da colega
Kathlen Santana!

Carta do Aluno

Minha Querida Colega!
Estou lhe escrevendo para lhe contar sobre o que achei do nosso seminário da cadeira de Teoria da Comunicação 1, onde apresentamos de diversas maneiras, trabalhos baseados em textos.Primeiro quero comentar contigo, sobre o trabalho que mais chamou a minha atenção, que por sinal, foi um dos últimos a serem apresentados, que falava sobre os tipos de comunicação entre os animais. Nesse trabalho, eles mostraram a comunicação entre os macacos, golfinhos, passaram uma reportagem muito legal, que nos ajudou a entender um pouco a fala destes animais, achei realmente muito interessante.A respeito do meu trabalho, fiz com mais três colegas e amigas, a Kathlen, a Rafaela e a Sofia, fizemos sobre um texto que falava sobre Experiências. Mas são experiências que todo mundo passa na vida, coisas simples e de muito valor, eu gosto muito daquele texto, e me identifico com diversos fragmentos contidos nele, assim como sei que todos que prestaram atenção no nosso trabalho também. Vou escrever um pedaçinho dele aqui: “Já fiz juras eternas, já escrevi no muro da escola, já chorei sentada no chão do banheiro, já fugi de casa pra sempre, e voltei no dia seguinte.” e no final do texto, que na verdade era uma entrevista de emprego, a pessoa escreveu assim: “Experiência? Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?" e está frase disse tudo, ninguém tem experiência suficiente, porque a cada momento ela se renova, as coisas evoluem cada vez mais e mais.E pra finalizar nosso trabalho, mostramos o vídeo da música “Filtro Solar- Pedro Bial”, que fala sobre a vida, e te traz diversos conselhos, que eu aconselho a quem nunca parou para ler a letra desta música, que pegue agora mesmo, e leia, porque vale à pena.Vou acabando por aqui, adorei este trabalho, e queria expressar isto para você, espero que tenha gostado viu?!
Muitos beijinhos, da sua colega Rafaela Pedrollo Tams

Carta do Aluno

Caro Leitor
Inicio esta carta agradecendo pela sua atenção e pelo interesse em ler o que escreve uma acadêmica de Comunicação do quarto semestre.Estou agradecendo no início pois sei que não é fácil chegar ao fim de um extenso texto ou de um volumoso livro, o tempo é curto demais e "não para", e com tantas coisas pra se fazer, tirar um tempo para se dedicar ao prazer da leitura se torna coisa rara. Quem nunca leu um livro só para fazer resenha ou trabalhos escolares, aquele livro indicado pelo professor, com letras minúsculas e muitas páginas, nada atrativo aos olhos de um principiante nas obras literárias. Claro que existem excessões, muitos adoram ler e começam desde cedo, inclusive nas escolas e com as mais variadas obras. Mas se você não se enquadra nesse ultimo perfil tudo bem, como cita Rubem Alves em seu texto Sobre os perigos da leitura, (tema do meu grupo no seminário) "Durante a leitura, nossa cabeça é apenas o campo de batalha de pensamentos alheios. Quando esses, finalmente, se retiram, o que resta? Daí se segue que aquele que lê muito e quase o dia inteiro perde, paulatinamente, a capacidade de pensar por conta própria. "Não é nenhum incentivo a não leitura, é a sua opinião, mas mais tarde ele retorna ao teme e diz:"E, no entanto, eu me daria por feliz se as nossas escolas ensinassem uma única coisa: o prazer de ler!"Concordo com esta citação do autor, é necessário aprender a ler com prazer. Espero que essa minha carta tenha sido interessante, pois eu acho que textos devem ser atrativos, para chamar a atenção do leitor e incentivar a ler mais e mais. E com uma experiência maior, o leitor possa "apreciar" e não apenas "ler" os clássicos da literatura brasileira.
Jocenara Bernardi

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Experiência


Este vídeo é complemento do texto Experiência do grupo Anna Laura, Luana Cristina, Samara Kalisne e Taíssi Alessandra, da turma de Teoria da Comunicação I, manhã.

Carta do Aluno

Em nossa aula de Teoria da Comunicação, houve a apresentação de um seminário sobre “Educação na Comunicação”. Cada grupo de alunos escolheu um texto, e com este, criou-se um resumo com as principais idéias do autor, e depois uma apresentação de materiais relacionados com o texto lido.
Mesmo sendo na maioria, leituras distintas, o foco de todos os grupos era quase sempre o mesmo: fatos do nosso dia-a-dia, nos quais nos envolvemos e presenciamos, e que de alguma forma, tinham ligação com os textos.
Uma seleção de emprego, onde o entrevistador deseja ouvir um assunto qualquer na qual o candidato deseja falar (é uma coisa inesperada, mas estamos acostumados, como citado, a nos preparar, ler, pesquisar, coisas que relacionadas ao cargo desejado).
Em outra entrevista, perguntam se o candidato tinha experiência, e esse responde: “A cada momento, dia, hora, nos deparamos com novas coisas e assim vamos tendo mais experiência, vivendo coisas novas (poucos tem a coragem de responder da maneira foi descrita, mas todos nós já passamos pela pergunta: “Você tem experiência?”).
No final foi interessante, pois durante os debates nos identificamos e tiramos boas conclusões das apresentações, cada um de uma maneira. E podemos aprender e dividir nossas idéias com os outros colegas, assim,. Expandindo nossos conhecimentos e revendo nossa maneira de pensar.

Lucas Souto Argento