quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Carta do Aluno

Caro amigo leitor...
Nas últimas semanas, foram vários os assuntos discutidos nas aulas de teoria da Comunicação I, da professora Ana. A turma foi dividida em grupos, e cada um apresentou um seminário sobre um determinado texto. Eu diria que foi uma troca de ideias... Um diálogo entre os estudantes. Foram apresentados vários textos, sendo que a maioria dos alunos optaram pelo autor Ruben Alves. Entre os assuntos, destaco os textos Inúteis e Perniciosos e Sobre os perigos da Leitura. Os colegas falaram sobre as conseqüências do Vestibular na vida dos estudantes, defendendo a idéia de que em algum momento os alunos deixam de ter a capacidade de fazer perguntas e até mesmo pensar.Uma brincadeira chamada de Caixinha de Brinquedos interagiu nossa turma. Cada um de nós separou brinquedos e ferramentas no nosso dia a dia. Momentos de lazer, diversão, entretenimento fora colocados como brinquedos,e enquanto nossos afazeres, e compromissos foram vistos como uma ferramenta.Confesso que apesar de também ter escolhido um texto de Rubem Alves, um outro texto chamou minha atenção, no momento de apresentação dos seminários. O texto Experiência, que fez todos passarem por um momento de reflexão, sobre o que realmente é a experiência hoje em dia, quando tudo está se transformando a cada minuto.Bom, ainda foi apresentado o texto Estamos a Caminho, publicado na revista Veja. Eu diria que este é motivacional e reflexivo. E ainda, o texto Paraninfo, que tratou sobre a comunicação entre os homens. Todos os seminários foram muito importantes para mim, pois adquiri muitos conhecimentos através deles. Trocamos ideias, conversamos, e relacionamentos os textos com fatos vivenciados em nosso dia a dia. Na oportunidade pudemos dividir vários acontecimentos em nossa vida, ver como se estabelece a comunicação quais os problemas que o ser humano vem enfrentando desde a sua infância, principalmente a questão do controle que os superiores tem sobre o ser humano e como vao formando o seu pensamento, sua forma de ser e agir, moldando-o conforme os parâmetros de um cidadão ideal. Mas ao mesmo tempo, impedindo-o de ser o que ele realmente poderia ser. E ficou a questão no ar. O que fazer para mudar isso?
Mirian Flesch

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