terça-feira, 29 de setembro de 2009

Carta do Aluno

Amiga!
As aulas estão ótimas, a cada dia ganho mais conhecimento. Tivemos um seminário na disciplina de Teoria da Comunicação I, com a Prof. Dra. Ana Maria Strohschoen.
O conhecimento adquirido no seminário foi imenso. Aprendi com os textos de Rubem Alves que o futuro depende de cada um de nós. Rubem cita que os vestibulares são inúteis, pois estudamos como máquinas e nossa memória é como um “escorredor de massas”. De fato, quando fizermos uma leitura temos que absorver o conhecimento, entender, se não de nada adianta.
Alguns colegas analisaram os mesmos textos, mas cada um fez uma abordagem diferente. Outros, falaram sobre os profissionais de comunicação, que tem responsabilidade de ética, pois tem o poder de escolha em seu trabalho.
Enfim, aprendi muitas coisas vendo o ponto de vista de meus colegas e relatando a minha ideia nos assuntos abordados. Com toda a certeza amiga, tudo que estou aprendendo é de um valor inestimável, e através deste seminário tive a certeza que a comunicação é o meu lugar. Abraços.
Cassiane Rodrigues

Os Perigos da Leitura

Rubem Alves

O texto de Rubem Alves, colunista da folha de São Paulo, faz referência à obrigatoriedade que é imposta aos estudantes: Ler!
Desde as séries iniciais até a vida acadêmica, os alunos decoram livros e livros, mas não aprendem expressar o que pensam, só repetem.
Segundo Alves, quando era professor da UNICAMP, fazia seleção dos candidatos ao doutoramento, esses amontoavam-se nos corredores, relembrando tudo que haviam lido da imensa lista de livros cuja leitura era exigida. Rubem tentou mudar o método de seleção, ao invés dos candidatos falarem o que tinha sido decorado, simplesmente deveriam falar o que quisessem, o que gostariam de falar. Porém, a reação dos candidatos não foi a esperada. Eles não haviam sido treinados para falar o que pensavam, somente decorado o que era exigido.
“Parece que esse processo de destruição do pensamento individual é conseqüência natural das nossas práticas educativas. Quanto mais se é obrigado a ler, menos se pensa.”
“Ler dinamicamente, como se sabe, é essencial para separar para o vestibular e para fazer os clássicos “fichamentos” exigidos pelos professores.”
“Pessoas bem dotadas que, aos 30 anos, haviam se arruinado de tanto ler, de manhã cedo quando o dia nasce, quando tudo está nascendo, ler um livro é simplesmente algo depravado.”
Segundo Schopenhauer, “ No que se refere a nossas leituras, a arte de não ler é sumamente importante.”
“Quando lemos, outra pessoa pensa por nós: só repetimos o seu processo mental, se pensamos os nossos pensamentos enquanto lemos, na verdade não lemos. Nossa atenção não está no texto.”
“Durante a leitura nossa cabeça é apenas um campo de batalha de pensamentos alheios.Quando esses finalmente se retiram o que resta?”
Nietzsche pensava o mesmo e chegou a afirmar que nos seus dias os eruditos só faziam uma coisa: passar as páginas dos livros. E com isso haviam perdido a capacidade de pensar por si mesmo.”

“Eu me daria por feliz se as nossas escolas ensinassem uma única coisa: o prazer de ler!” ( Rubem Alves)


Grupo: Cassiane Rodrigues, Jonara Raminelli, Jéssica Brum, Juliana Eichwald, Mauricio Beskow , Mariana Plumer. Teoria da Comunicação - Manhã

Carta do Aluno

Excelentíssimo Senhor Luís Inácio Lula da Silva, Presidente da República.
Sou aluno de Comunicação Social na UNISC (Universidade de Santa Cruz do Sul), e por meio desta, venho lhe informar sobre um trabalho que fizemos nas duas últimas aulas da disciplina de Teoria da Comunicação 1, nos dias 08 e 15 de setembro de 2009. Com a ajuda e a supervisão da nossa professora, Doutora Ana Maria Strohschoen, fizemos um seminário sobre comunicação onde a turma se dividiu em grupos que apresentaram diversos textos sobre o assunto. Dentre os autores estavam Ruben Alves, Luís Fernando Veríssimo, entre outros.Os textos do primeiro autor citado abordavam temas como o vestibular, os perigos da leitura e os prazeres de ler. Todas apresentações tiveram pontos bem interessantes, ideias como a de que a leitura, para que seja agradável e útil, deve ser vista como um prazer e não como hábito ou dever, sendo feita de forma crítica e reflexiva, problematizando cada coisa escrita pelo o autor, e, de que a curiosidade é que gera conhecimento; foram coisas que realmente chamaram atenção.Mais ao final do seminário na apresentação do texto Paraninfo, de Luís Fernando Veríssimo, tivemos a oportunidade de aprender e pensar sobre a importância e o compromisso com o entendimento que o profissional de comunicação assume quando se forma.A professora encerrou o seminário com uma rápida conclusão, ressaltando os momentos que foram mais interessantes e dignos de mais atenção das apresentações e, em seguida, todos alunos foram comer alguns doces e salgados que tinham levado para depois que tudo acabasse. Essa foi sem dúvida uma das melhores partes de todo o trabalho.Todos os trabalhos apresentados foram postados no blog da disciplina, (tc1seminarios.blogspot.com) para que assim todos possam ter acesso à esse material.Bom, depois da multiplicidade de informações que compartilhamos, creio que uma das grandes conclusões que ficaram no ar é que, para alguém exercer uma função como a que nós, futuros profissionais de comunicação, exerceremos, é necessário muito estudo e muita pesquisa. Só assim poderemos adquirir conhecimento sobre todos os temas que, vossa excelência há de concordar comigo, são indispensáveis para um profissional, como sociologia, filosofia, literatura, história e relações humanas, atingindo, então, um grau de intelecto que nos torne capazes de fazer algo tão importante e influente na sociedade, comunicar.
Um grande abraço!
José Roberto Spalding Corrêa Sobrinho

Inuteis e Perniciosos

Rubem Alves

O texto ‘Inúteis e Perniciosos’ de Rubem Alves, colunista da Folha de São Paulo, nos mostra outro ponto de vista sobre o processo seletivo do vestibular. Alves resume os vestibulares como inúteis, pois os candidatos acabam estudando por pressão.
As provas de seleção para ingressar nas universidades não trazem competência, pelo contrário, faz com que as pessoas funcionem como máquinas. Assim cita Rubem: “Aquilo que não é instrumental para a vida logo é esquecido”.
Pensando na memória como um escorredor de macarrão, deveríamos nos livrar daquilo que não tem serventia por meio do esquecimento e o que tem serventia como conhecimentos-ferramentas, que nos ajuda a entender as coisas.
Immanuel Kant aborda em ‘A Crítica da Razão Pura’, que o conhecimento se inicia com as perguntas que fazemos à natureza. Mas essas perguntas surgem quando nós, contemplando a natureza, nos sentimos provocados pro seus assombros.
Os vestibulares assombram os candidatos, são como ‘cega-olhos’. Aqueles que se preparam muito acabam por perder a capacidade de fazer perguntas de tanto serem treinados para dar respostas certas, como cita Alves.
Podemos concluir que, o maior benefício da abolição dos vestibulares seria as escolas finalmente estariam livres dessa guilhotina horrenda no horizonte e poderiam se dedicar à tarefa de educar, de desenvolver a arte de pensar, que nada tem a ver com o preparo para os vestibulares.

Grupo: Cassiane Rodrigues, Jonara Raminelli, Jéssica Brum, Juliana Eichwald, Mauricio Beskow , Mariana Plumer. Teoria da Comunicação - Manhã

domingo, 27 de setembro de 2009

Carta do Aluno

Olá, escrevo-lhe esta carta apresentando algumas aulas de Comunicação Social.Conforme plano de aula da professora de Teoria de Comunicação I , Ana Maria Stroschoen a turma se organizou em grupos e realizou um seminário, tendo como base diversos textos apresentados pela professora.Formamos um grupo por mim Juliana Raquel Schroeder, Carla de Souza, Ana Claudia Silva e Juliana Mueller. Nosso texto escolhido foi “ Estamos a Caminho “ de Ivan Angelo.Primeiramente selecionamos os tópicos principais, fizemos breves comentários, em seguida realizamos pesquisas sobre o autor e suas obras. Procuramos por vídeos e fotos. Nosso trabalho girou em torno do texto com exemplos próximos. Realizamos montagens no Muve Maker com dados encontrados nas pesquisas, incluímos uma obra do autor em rimas com imagens, trouxemos um vídeo baseado no assunto, confeccionamos panfletinhos com partes de quatro obras diferentes do autor e distribuímos para os colegas da turma.Foi uma experiência muito legal, pois cada grupo apresentou de forma diferente e com dinâmicas, a professora trouxe balões de festa, assim que o grupo apresentava um integrante enchia um balão com simbologia de força de vontade, de ir atrás e tentar ser um balão cheio de informações.Os grupos foram se apresentando e fomos trocando idéias, em meio a isso, a professora fazia algumas perguntas e já fomos nos informando além do assunto dos trabalhos, em exemplos e questões próximas a nós.No final da apresentação realizamos uma confraternização na turma, rolaram atá algumas fotografias a serem postadas num blog junto com os trabalhos.
Volto a te escrever em breve!

Juliana Schroeder

Estamos a Caminho

Ivan Ângelo

“ Geralmente colocamos o futuro num horizonte mais distante do que o simples amanhã ou mês que vem...” No texto, o autor critica o fato das pessoas viverem planejando o futuro sem se darem conta de que deixam de agir e realizar os objetivos no presente.“ Mudamos quando incorporamos hábitos, modos de ver, habilidades, ousadias, cautelas...”•A mudança almejada no texto é a que inserimos em nosso dia-a-dia. Mudando o modo de agir com as pessoas, na resolução dos problemas, nas decisões que tomamos e que nos preparam às cegas para o futuro. Desde a infância somos impostos à modelos prontos da sociedade. Com o tempo temos que deixar de depender e ser influenciado pelos outros e traçar nosso rumo sozinhos.“ A escola amplia o mundo, é lugar de escolhas, tarefas, tempo dividido entre obrigações e descobertas.” A escola é um espaço para aprendizagem e construção diária do ser e do saber. Permite-nos cometer erros, mas também nos cobra uma posição no “tão almejado” futuro.Temos que deixar o que nos é imposto e construir o futuro a cada dia, vivendo o hoje.•O que você põe em prática, hoje, para construir e viver o seu futuro?


Grupo: Juliana Spilimbergo, Helena Schuck, Lucas Bohn, Wiliam Reis e Vanessa Kaempf - Teoria da Comunicação - Manhã

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Carta do Aluno

Caro colega,
Na disciplina de Teoria da Comunicação I tivemos de fazer um seminário que teve duas semanas de organização e planejamento, e duraram duas aulas as apresentações! Durante esse período de apresentações nos deparamos com expectativas que se concretizaram, e algumas que acabaram em frustração, como nem tudo são flores, mas com esses erros aprendemos e acabamos acrescentando tanto quanto, ou mais, do que se tivéssemos acertado tudo. Quando apresentamos trabalhos, seminários e coisas do tipo, acaba sendo muito amplo os assuntos abordados. No nosso seminário, por exemplo, foram abordado assuntos diversos, como : escolhas, destino, experiência e a falta dela, os perigos da leitura, a questão da importância do vestibular. Alguns grupos apresentaram o mesmo assunto, mas nenhum foi igual ao outro, todo destacaram algo que o outro falou menos, e cada um teve um ponto de vista diferente, descreveu o texto de um ângulo diferente. Se tratando do meu grupo, que tinha como membros, além de mim, os acadêmicos: Braulio, Francine e Luana. Todos de Relações Públicas. Foi uma experiência muito gratificante, pois o fato de já nos conhecermos e ter estudado juntos antes nos trouxe uma confiança a mais, um pelo outro, e uma aceitação maior e mais crítica das ideias lançadas por um de nós. Apesar da ocupação de cada um, e o pouco tempo disponível, conseguimos nos reunir algumas vez fora do horário de aula. E acabamos ficando muito contentes por nosso resultado, que era o esperado, já que nos dedicamos a ele! Bom, querido (a) colega, esse é um pequeno resumo do que foi o seminário pra mim, espero que me divida comigo suas experiências também!

Um grande abraço,Bruna Rafaela Kohl

Os perigos da leitura

Rubem Alves
Rubem Alves, no texto "Os perigos da leitura", defende a idéia de que a maioria das pessoas não tem o que ele chama de “pensamento individual”, que seria a capacidade de pensar, ter opinião e concluir através do que lê. O autor do texto diz: “Muitos idiotas têm boa memória”. Após contar que foi presidente da comissão que selecionaria candidatos ao doutoramento, onde tomou uma medida inovadora no processo de seleção, pediu aos candidatos que falassem sobre o que eles pensavam, mas encontrou uma maioria que só sabia falar o que leu e decorou seres reprodutores de idéia dos outros. Ele diz mais: “Papaguear os pensamentos dos outros, tudo bem. Para isso eles haviam sido treinados durante toda a sua carreira escolar, a partir da infância. Mas falar sobre os próprios pensamentos – ah! Isso não lhes tinha sido ensinado.”. Pensar, ou então ler dinamicamente, deveria ser uma conseqüência do ato de ler. Quando há a obrigação de ler isso é esquecido. E sobre isso Rubem Alves diz: “Parece que esse processo de destruição do pensamento individual é conseqüência natural das nossas práticas educativas. Quanto mais se é obrigado a ler, menos se pensa.”. No final do texto, Rubem Alves, termina criticando, de forma sucinta, o meio que as escolas adotam, o qual obriga os estudantes a gravar mentalmente pilhas de livros para o vestibular. Diz o autor: “eu me daria por feliz se as nossas escolas ensinassem uma única coisa: o prazer de ler!”.
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O prazer de ler
O grupo optou por colher depoimentos de pessoas distintas sobre o que estavam lendo e o costumam ler, e qual o motivo da leitura (indicação, interesse, Best seller), como forma de mostrar que as pessoas lêem o que elas gostam. Em comum foram encontrados os Best Sellers (Harry Potter e O Senhor Dos Anéis). Não foram citadas leituras relacionadas ao curso dos entrevistados, possibilitando concluir que onde há obrigação não há prazer, e por este motivo as pessoas não as procuram.
- Depoimentos –
Comentário da última entrevistada, Ana Faccioni, após encerrar a gravação: “... a leitura precisa ser por prazer, e não por obrigação.”.
A leitura obrigatória não faz com exista interpretação da mesma forma de uma leitura prazerosa.
O verdadeiro “amor pela leitura”
Tivemos a sorte de encontrar um grande exemplo de interesse pela leitura. Uma mulher simples, com segundo grau completo e com uma vontade de ler muito maior que muitas pessoas. Alguém que tem poucas horas de descanso, por ter dois trabalhos, ainda assim dedicava parte de sua uma hora de intervalo para ler.
Grupo: Christofer Oliveira, Éder Azeredo, Elizandra Ferreira, Fernando Oliveira e Gustavo Deon. - Teoria da Comunicação - Noite

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Carta do Aluno

Caro amigo, há quanto tempo não nos falávamos, não é?

Bom, como de meu conhecimento do seu interesse pela comunicação social, mesmo cursando outra área, venho lhe contar os fatos ocorridos no seminário da aula de Teoria da Comunicação I, como prometido. A galera realmente “se puxou”. Ótimas apresentações, o que fez com que realmente entendêssemos o que cada texto gostaria de mostrar. Dinâmicas fazendo relações com o cotidiano marcaram os resumos, além de apresentações breves dos autores dos textos. Apresentamos o texto “Estamos a caminho”, que conta, basicamente, as escolhas que temos a fazer em nossa vidas, desde crianças até onde estamos atualmente. Em minha opinião, o texto conseguiu muito bem demonstrar o que foi proposto em seu assunto, e tivemos um grande prazer em trabalhá-lo. Com dinâmicas de grupo, fizemos uma relação com o texto, interagindo com os colegas e até com a professora. Identifiquei-me muito também com os outros grupos, que souberam explicar os trabalhos de forma simples e objetiva. Não teve algum que eu achasse melhor ou gostasse mais, todos me agradaram e todas as apresentações que consegui assistir foram muito positivas. Pois bem, realmente estou me identificando muito com a Comunicação. Desde pequeno, como me conhece, sabes que sempre gostei muito da criatividade comunicativa, das áreas em geral do curso, e agora, cursando Relações Publicas, estou ainda mais identificado e empolgado com tudo. A comunicação da UNISC completa 15 anos. Não está na hora de fazeres o que realmente gosta e adentrar junto de nós nesta caminhada? Pense bem... Nosso futuro somos nós mesmos que criamos. Creio que você se expressa melhor com seus textos e palavras do que atrás de um balcão com uma HP ao seu lado.

Um cordial abraço de seu amigo Braulio Staub.

Paraninfo

Luis Fernando Veríssimo

No texto Paraninfo de Luis Fernando Veríssimo, o autor compara animais e seres humanos. Segundo Luis Fernando Veríssimo, o ser humano necessita aprendizado para comunicar-se (fala, escrita); diferentemente de animais "selvagens", que já nascem com essa capacidade (instintos naturais, como som, odor, movimento).Por não ter instintos naturais de comunicação é necessário superar essa ausência, o comunicador é um especialista em outras formas de entendimento. O autor cita que “um profissional de comunicação é um especialista em formas não naturais de entendimento”. Para o autor o profissional de comunicação tem uma maior responsabilidade com a ética porque ele supre essa lacuna que nós os seres racionais possuímos. Com isso temos o poder de escolhas diferente dos animais, que agem por instintos. Reforçando isso, o autor cita no texto: “Você tem o poder da escolha, que no fundo é a sua suprema compensação por não ser um inseto”.

PERGUNTAS:

O que é ética na comunicação?

Qual o objeto de estudo da comunicação?

Como superar e/ou aperfeiçoar a comunicação humana?


Grupo: Amanda Braga, Dênis Puhl, Desirê Allram, Jessica de Castro e Jonatas Stacke. - Teoria da Comunicação I - Manhã

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Estamos a Caminho

Ivan Angelo


"Ivan Angelo nasceu em 1936, é mineiro de Barbacena. Começou sua carreira de escritor aos 21 anos, na revista de Arte e Cultura editada em Belo Horizonte. Publicou seu primeiro livro, “Homens sofrendo no Quarto” em 1959, conquistando o premio “Cidade de Belo Horizonte”. Seus livros também já foram publicados na França, EUA, Alemanha e Áustria. Escritor de contos, romances, crônicas e colunista em jornais de São Paulo.” (http://www.releituras.com/ivanangelo_menu.asp). A seguir as citações de tópicos mais importantes tirados do texto “Estamos a Caminho” de Ivan Angelo, após cada tópico uma breve conclusão e comentário. "Passamos grande parte da vida voltados para o futuro, planejando-o, envolvendo-o em bons augúrios.” Todos vivem em torno do futuro esquecendo de viver o presente. “...o futuro era o melhor lugar para guardar sonhos. Sim, é lá que estão nossos planos e projetos. É para lá que estamos indo.” O futuro está em nossas escolhas, vivemos em busca dele.“ Na infância, somos passivos nas mudanças.” Na infância são os pais que determinam, decidem, muitas vezes fazem as escolhas por nós. “A escola amplia o mundo, é o lugar de escolhas, tarefas, tempo dividido entre obrigações e descobertas.” A medida que entramos na escola ampliamos nossa visão em relação ao mundo, já pensando o que queremos ser na vida, que carreira iremos seguir, com quem vamos casar, quantos filhos iremos ter, o que vamos adquirir. “O amor vem em meio a outras tantas mudanças...” Encontra-se então o grande amor da vida, até tal momento geralmente vivemos sobre a proteção dos pais, é quando eles acabam opondo mais responsabilidades aos filhos.“Somos levados a assumir sozinhos o comando das mudanças, como vistas aofuturo: carreira, casamento, filhos, patrimônio, barriga”. Adultos e com muito gás é quando iniciamos a corrida para construir a própria vida,nos deparamos com coisas boas, coisas difíceis e ruins, mas tudo é passageiro e assim seguimos em busca da felicidade constante.
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Grupo: Ana Claudia, Carla, Juliana M. e Juliana S. - Teoria da Comunicação I - Noite

Carta do Aluno

Caro amigo:


Realizamos um Seminário sobre Comunicação, e o tema escolhido por nosso grupo foi:”Sobre os perigos da leitura”,um texto do escritor Rubem Alves.
No texto, Rubem questiona a leitura obrigatória, que na verdade, deveria ser banida das escolas, pois, ao sentir-se prescionado o aluno não vai adquirir o gosto pela leitura. Além do que, segundo o autor, quanto mais se é obrigado a ler, menos se pensa, vira um trabalho manual contínuo,que acaba por paralisar o espírito.
O gosto pela leitura nos deve ser apresentado desde que somos pequenos, afinal, alfabetizar não é somente ensinar a ler, e sim ensinar o prazer e o entusiasmo pelas letras. A leitura prazerosa nos transporta e nos faz conhecer novos mundos, sem sair sequer do lugar.
Finalizando, deixo a fraze do grande escritor Mário Quintana: “Analfabeta não é a pessoa que não sabe ler. È a pessoa que, sabendo ler, não gosta de ler.”

Daiana Iser

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Os autores dos textos

Vamos apresentar os autores dos textos postados aqui no Blog. Está é a turma de Teoria da Comunicação I, do turno da manhã. A prof. Ana Maria está na foto também.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Cartas dos alunos

Prezado colega do Curso de Comunicação.

No dia de hoje, após o término do seminário realizado em sala de aula, na disciplina de Teoria da Comunicação I, com a professora Ana Stroschoen, venho por meio desta, relatar algumas impressões e experiências que tive no decorrer desse processo educativo.
No início, o nervosismo tomou conta de mim, pois meu grupo foi o primeiro a entrar em cena. O texto sobre o qual fizemos o trabalho é do autor Rubem Alves, com o título “Inúteis e Perniciosos”.
A palavra que escolhemos para representar nosso trabalho foi, CONHECIMENTO. Para mim, principalmente, essa palavra mostrou a verdadeira realidade a partir desse trabalho, pois antes disso me achava incapaz de falar sobre algum texto ou assunto literário, pelo fato de não ler nada, nem de possuir um verdadeiro ideal.
Mas foi este seminário, que fez com que eu olhasse a vida, principalmente a minha, com visão bem diferente.
Aprendi que posso entender as coisas, que consigo interpretá-las de uma forma mais profunda e além. A partir de que consegui compreender que todos os trabalhos realizados no seminário se encaixavam, mas apresentados cada um ao seu estilo, com diferentes formas de comunicação.
Achava-me ignorante, mas percebi que aprendizagem a partir da realidade forma de agir e pensar de cada um, me fez ver que estou no rumo certo, que sou capaz e que tenho um ideal.
Percebi inteligência floresce a cada dia, quando busco conhecimento, aquele que será útil para minha realidade. Pois nesse seminário me superei, assim como todos, que enfrentaram algumas de suas barreiras. Mas também percebi que eu quero alcançar minha excelência, assim como a maioria ali presente.
Acima de tudo tenho qualidades que me possibilitarão chegar ao topo de minha montanha, sendo feliz, a partir de minhas ações repletas de conhecimento com prazer e alegria.
Não vou mais ficar lamentando problemas, agora vou resolvê-los, pois tenho COMUNICAÇÃO, seja ela a minha maneira, desde que compreendida, sendo um dom que não devo desperdiçar, mas usar.
Juntarei minhas ferramentas com meus brinquedos para viver bem e muito melhor!
Cláudia Graziela Souza Ketzer.

Experiência

Autor desconhecido
Autor desconhecido - candidato para seleção na Volkswagen que precisou responder a seguinte pergunta: "Você tem experiência?". Ele respondeu de um jeito criativo e diferente e ao final, foi aprovado.

- a pergunta feita pela empresa foi vaga, permitindo duplo sentido;
- o autor resolveu ser criativo, e expôs suas experiências de vida, ou seja, coisas mais simplórias;
- ele inovou e questionou o que seria realmente experiência, estando o mercado em constante renovação;
- ele foi humilde ao admitir não ter experiência em se tratando de mercado, mas suas experiências pessoais poderiam contribuir muito para a profissão, sendo elas importantes, porém geralmente pouco relevantes quando falamos em entrevistas de trabalho;
- ele aproveitou para retornar a pergunta para a empresa, o que é mais um desafio, uma vez que estes seriam seus prováveis futuros superiores.

CITAÇÕES:
- "E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: 'qual a sua experiência?'
Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência... experiência... será que ser 'plantador de sorrisos' é uma boa experiência? Não!!! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!"
(Neste trecho o autor desafiou sues possíveis superiores novamente, e também foi contra os princípios de seu futuro emprego);

- "Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta: experiência?
Quem a tem, se a todo momento tudo se renova?"
(Esta passagem é importante porque refletimos com o autor que a experiência de hoje, pode não ser útil amanhã).

AS NOSSAS PRÓPRIAS OBSERVAÇÕES:
- o autor nos passa a mensagem de aproveitar a vida ao máximo, porque cada situação que vivemos, por menores que sejam, são importantes para a nossa experiência de vida;
- relacionamos o texto com o nosso vestibular (2008), onde tínhamos que provar nosso conhecimento;
- o candidato provou que tem experiência e que resolveu arriscar outro caminho;
- descobrimos que perguntas são mais importantes que as respostas;
- o autor nos mostrou seu conhecimento interpretativo e até mesmo poético, resolvendo quebrar as barreiras de um concurso para vaga de emprego "normal".



Anna Laura, Luana Cristina, Samara Kalisne e Taíssi Alessandra - Teoria da Comunicação I - Manhã

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Cartas dos alunos

A partir de hoje o blog terá uma novidade, cartas dos alunos falando sobre os seminários que apresentaram. Hoje a carta é do aluno Gulherme Ferreira, da turma da noite.
Olá,
Bom dia, boa tarde e boa noite.
Sobre o seminário a grande lição é que sem a comunicação nada seria compreensivo. O ser humano tem o grande poder da escolha para formular seu futuro. A vida deve ser vivida e curtida a cada minuto para não se arrepender depois. Devemos utilizar o filtro solar e saber aprender com os erros. No mundo é preciso dosar todas as coisa. Sonhos, prazeres, deveres, estudos e amores. A vida está aí para usarmos do nosso jeito e moldar a nossa maneira.

Att,Guilherme Ferreira

Paraninfo

Autor: Luis Fernando Verissimo
O autor inicia o texto citando os insetos e seus métodos de comunicação, pois cada animal têm um jeito especial de se comunicar. Seja reproduzindo algum tipo de barulho, exalando algum cheiro ou secretando alguma substância que transmite informação ao seu semelhante.
Os animais não aprendem nenhuma dessas formas de linguagem na escola e nem se preocupam com a técnica de sua comunicação.
Já que a humanidade não se comunica como os animais, precisamos fazer do entendimento um compromisso. Segundo o Autor temos que decidir como fazemos isso. Pois o homem têm ética, poder de escolha e, ao contrário dos animais, é isso que vai determinar como nos comunicaremos.
Elton Pacheco, Guilherme Ferreira, José Roberto S. C. Sobrinho, Luis Fernando Teixeira, Vanessa Inês Faccin. Teoria da Comunicação I - Noite

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Inúteis e perniciosos

Autor: Rubem Alves, Fonte: 26.08.2003 Folha On line

Rubem Alves contesta a validade dos vestibulares, afirmando que são ao mesmo tempo inúteis e perniciosos. Inúteis porque não medem a verdadeira competência das pessoas. A capacidade demonstrada nos vestibulares é eliminada pela memória, pelo mecanismo do esquecimento, que, pela sua natureza, se encarrega de eliminar o que é inútil, como a água do macarrão já fervido. Ora, se o que se aprende para o vestibular é inútil, até porque o critério da utilidade varia de cultura para cultura, igualmente não é prazeroso, esvaziando-se aí também a outra razão que lhe poderia dar serventia. O autor afirma ainda,que para além da inutilidade, os vestibulares são perniciosos, porquanto deformam a capacidade de pensar das pessoas, citando como exemplo a educação como duas caixas, uma de brinquedos e a outra de ferramentas. O vestibular ajuda a dar respostas, quando o que importa é formular perguntas. Cita Kant e Schopenhauer em apoio à sua tese. Conclui que se as escolas se livrassem desse que chama de “processo estupidificador”, poderiam dedicar-se verdadeiramente à tarefa de educar, de desenvolver a arte de pensar.

Grupo: Cláudia Ketzer, Luana S. Machado, Janaína Silva e Ricardo. Teoria da Comunicação I - Noite.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Um novo passo da turma de Teoria da Comunicação I

O material produzido tem como base textos de Rubens Alves e outros que trabalham a leitura não de forma automática mas como vida própria. Então esta discussão em forma de Seminário serve para iniciar uma outra leitura sobre os autores onde quem TAMBÉM É AUTOR: BUSCA EM SI PERGUNTAS SOBRE O QUE LEU. A proposta então que segue é tirar alguma frase ou ponto de interrogação depois dos trabalhos apresentados que não apenas sirvam de vitrina mas de uso e abuso. Gostei de não ficarem apenas nos exemplos de vídeo a maioria dos textos partiu de pontos de vista do grupo alguma coisa a mais do que a leitura inicial. Gostei também da frase do Mario Quintana. Quando começa o leitor a bater no escritor.. pensando daí para o conhecimento para as descobertas da pesquisa e do conhecimento científico? Vamos aprender a escrever de duas, três, quatro, dez mãos (os autores) e depois a nossa parte: uma leitura que leva a outra bem distante daquele autor inicial ou bem próxima. Professora Ana Maria Strohschoen