Grupo: Elton Pacheco, Guilherme Ferreira, José Roberto S. C. Sobrinho, Luis Fernando Teixeira, Vanessa Inês Faccin
Grupo: Elton Pacheco, Guilherme Ferreira, José Roberto S. C. Sobrinho, Luis Fernando Teixeira, Vanessa Inês Faccin
Com um trabalho proposto pela professora Ana Maria Stroschoen na cadeira de Teoria da Comunicação, tivemos que escolher um texto dos vários proposto por ela, nosso grupo foi composto pelas colegas Juliana Schroeder, Julia Muller, Ana Claudia Silva e por mim, escolhemos o texto do Ivan Ângelo – Estamos a caminho –. Achamos um texto interessante para trabalhar, pois ele falava de situações que muitas pessoas enfrentam e também nos identificamos com ele.O texto “Estamos a Caminho” fala do futuro, do que esperamos dele, de que sempre estamos em busca do melhor, onde procuramos fazer hoje para que no futuro possamos conquistar um sonho, passamos grande parte de nossas vidas voltados a ele. Enquanto somos pequenos as mudanças nos são impostas, com o passar do tempo vamos determinando sozinhos o que queremos, pois vemos a vida com nossos próprios olhos, onde vemos que muitas coisas não são bem exatamente como achávamos que eram.Para realizar o trabalho pensamos em achar coisas que se identificassem com o texto, lembramos que o filme Os dois filhos de Francisco mostra bastante sobre e expectativa de um futuro, de fazer algo hoje para se ter um futuro melhor. Também escolhemos a música Epitáfio dos Titãs para ser a trilha sonora de uma pequena apresentação sobre o autor do texto e sobre suas obras, a música fala em coisas que poderiam ser feitas diferente no passado, lembrando um pouco que devemos viver mais o presente, ao contrário de que o texto diz. Com todo o material em mãos, montamos um vídeo com o que achamos sobre o autor e com a música, depois de explicar para a turma um pouco sobre o autor e o texto escolhido, mostramos o trailer do filme, também distribuímos folhetos com algumas obras do autor.Nós não conhecíamos o autor, mas com a pesquisa toda que fizemos para poder apresentar o trabalho, achamos as obras dele bem interessante, tanto que uma de nossas colegas do grupo criou em especial um vídeo de uma obra do autor, “História em ao e inha”. Outras obras do autor nos chamaram a atenção como “Amor?”. A entrega dos folhetos com um alguns exemplos das obras do autor para os colegas teve a intenção de fazer com que eles também tivessem interesse em conhecer mais sobre o autor, esperamos ter alcançado nosso objetivo.
Carla Lidiane de Souza
Prezado amigo Rubem Alves!
Peço-lhe desculpas por estar lhe importunando... Entretanto, escrevo mesmo assim, porque me senti impelida a lhe confessar que de certa forma o subestimei. Permita-me que explique: de início, ao ler seu texto para um trabalho, gostei dele, achei-o leve e de temática interessante; visitei seu site e também gostei da forma como foi organizado e de outros textos que achei lá. Percebi o quanto gosta de citar Schopenhauer e Nietzsche, e até me interessei por lê-los também. Mas não pensei que o que li fosse repercutir por tanto tempo em minhas reflexões. Depois da leitura, e de ouvir a opinião de outros colegas sobre seus textos durante a apresentação do seminário, já me surpreendi várias vezes pensando no assunto. Também fiquei grata. Grata, sim. Durante muito tempo me culpava ao abandonar uma leitura que não me empolgou muito, mas que me havia sido recomendada como sendo extremamente necessária ou muito boa. Venho pensado muito sobre o assunto, desde então. Acredito que os livros nos caem melhor quando estamos preparados para o seu conteúdo. Isso fecha com o que você diz em “sobre os perigos da leitura”, advertindo os leitores sobre a forma como a realizam. Sendo assim, já não tenho tanto remorso em fazê-lo; entendo agora que a leitura até pode ser boa, mas não nesse momento; que um dia, talvez a busque, ou me caia nas mãos novamente, e vá achá-la ótima; ou que talvez, não seja assim tão boa, mas como todo mundo lê... sabe como é. Bem, não creio que deva tomar mais de seu tempo. Apenas gostaria de agradecê-lo por dividir sua sabedoria desta forma. Parece estar bastante preocupado em fazer de seus textos uma leitura agradável e com um sentido profundo para os leitores. Isso muito me agrada... nada de “enfeites” desnecessários e palavras rebuscadas para parecer muito culto. Seus textos, simples e sábios, falam por si e demonstram a grandeza de espírito do homem que os escreveu.
Com sinceros agradecimentos,
Gisele Grehs dos Santos
Querida Colega
As aulas de teoria da comunicação I, estão bem interessantes, foiproposto pela Professora Dra. Ana Maria Strohschoen, para que os alunosfizessem um seminário sobre textos de vários autores, como Rubem Alves,Luis Fernando Veríssimo, Ivan Ângelo, entre outros.Os textos escolhidos pela turma para apresentar nos dias 08/09 e 15/09foram: Inúteis e Perniciosos; Paraninfo; Experiência; Estamos a Caminho;Os perigos da Leitura.A turma foi dividida em grupos, o meu grupo escolheu o texto Paraninfo doautor Luis Fernando Veríssimo.Sobre o texto fizemos um resumo, que explicava um pouco do que o autorpassou para alunos da comunicação, o qual foi o paraninfo da turma naformatura.O texto de Luis Fernando Veríssimo compara a comunicação dos animais coma dos homens, que diferente dos animais que nascem com instintos e comseus métodos de comunicação, o ser humano necessita de estudo eaprendizagem para se comunicar. E todo o formando quando se torna umprofissional de comunicação vira especialista em formas não naturais deentendimento. E segundo o autor o homem tem ética e poder de escolha, aocontrario dos animais, é isso que vai determinar como nos comunicaremos.Foi bom trabalharmos com o texto Paraninfo, pois aprendemos a importânciade se comunicar, e descobrir que o profissional de comunicação sempredeve pesquisar e estudar muito e ir sempre a fundo nos seus objetivos esuas duvidas.Amiga, o meu grupo também fez um vídeo gravado com nossas próprias vozessobre o avanço da tecnologia, que ficou bem interessante, tambémtrouxemos alguns vídeos sobre erros dos profissionais da comunicação etelejornalismo.No ultimo dia do seminário fizemos um lanche no final das apresentações,que nos uniu em uma grande confraternização, onde podemos tambémconversar com os colegas sobre a conclusão do seminário.O seminário nos ajudou muito, foi interessante todos os trabalhos, poisdiscutimos sobre inúmeros assuntos, dialogamos e aprendemos mais sobre osassuntos dos textos propostos.Caso você queira dar uma olhada nos trabalhos do nosso seminário podeacessar o blog onde postamos os trabalhos do semestre(http://tc1seminarios.blogspot.com).Sei que estas longe e louca para voltar para as aulas, mas sempre quetiver um tempinho lhe escreverei.Um grande beijo da amiga e colega Vanessa Inês Faccin.
Luis Fernando Verissimo
O autor F. Veríssimo faz uma relação entre a comunicação humana e dos animais. Inicia o texto com uma abordagem geral, mostrando que a comunicação está incluída na vida tanto do ser humano, quanto dos animais como item fundamental. A diferença é que os animais já vêm com essa “habilidade” desenvolvida, digamos, e o ser humano tem que aprender a desenvolvê-la; o que vem naturalmente é a necessidade, não a habilidade.Para o autor, pelo motivo de trabalhar esta habilidade, o estudante de comunicação tem uma obrigação maior a respeito da capacidade de se comunicar. O mesmo deve ter em mente o aprendizado contínuo e a ética. Deve saber se comunicar além da capacidade primária, sendo capaz de manipular com facilidade as formas de comunicação.Mas nós humanos não temos a prisão do ‘fazer por instinto’, mas sim, temos a capacidade de fazer escolhas e, com elas, direcionar nossas idéias como bem desejarmos. Temos que ter em mente que, como futuros usuários das ferramentas midiáticas como formas de informar, devemos, mais do que todos, fazer uma ligação entre ética e livre arbítrio.
• Em que ponto a boa comunicação tornou-se algo necessário?
• Quão maléfica pode ser, em se tratando da sociedade, a falta de comunicação? Quais áreas são mais intensamente afetadas por isso?
• Quais são as principais formas de se comunicar?
• Partindo do princípio que a intenção da comunicação é possibilitar a interação entre os seres humanos, por que surgiram tantas variações no jeito de se comunicar, como a diversidade de idiomas, por exemplo?
• Imagine um mundo de mudos. Você acha que, sendo todos os habitantes desprovidos da fala, haveria apenas um meio de se comunicar?
Grupo: Aline G. Gonçalvez ; Fábio J. Simmianer ; Matheus M. Fonseca. - Teoria da Comunicação I - Manhã.
Caro amigo:
Leonardo, meu “irmão” como você está? Chegou bem em Santa Maria? Como eu havia comentado sobre o seminário que aconteceria nas aulas da Cadeira de Teoria da Comunicação 1, aconteceu. Ele foi apresentado nos dias 08/09/2009 e 15/09/2009 por minha turma que estava dividida em mais ou menos oito grupos. Todos os grupos deveriam desenvolver seus trabalhos em cima de textos como o ”Estamos a caminho” do Ivan Ângelo, que se trata de uma crítica a supervalorização de planos futuros e a desatenção que se tem com o hoje (presente), “Inúteis e perniciosos” de Rubem Alves, uma contestação à importância e necessidade dos atuais vestibulares, “Os perigos da leitura” também do Rubem, só que referindo – se à leitura como algo que nos é imposto e não ensinado corretamente como forma de nos fazer a pensar, o que incomoda o autor. Um dos textos mais interessantes em minha opinião, foi “Experiência”,de um autor desconhecido, candidato para uma seleção de emprego na Volkswagen, precisou responder a seguinte pergunta: "Você tem experiência?", e de uma forma muito criativa ele respondeu e acabou sendo selecionado. Já meu grupo ficou encarregado do texto “Paraninfo” do Luis Fernando Veríssimo, onde ele faz uma comparação muito bem humorada sobre os métodos de comunicação usados pelos animais (insetos entre outros) e o ser humano, sem falsa modéstia nosso trabalho ficou muito bom! Como também ficou a maioria dos trabalhos. Concluo mais uma vez que qualquer espécie de aprendizado é inerente a processos de pesquisa, desenvolvimento coletivo e desprendimento do convencional, pois os trabalhos foram muito bem elaborados e criativos,isso sem falar nas “coleguinhas”, mas isso já é outro assunto, e que conversaremos pessoalmente. Pois então fica um abraço do teu amigo e não se esqueça de que “Quem não se movimenta não sente as correntes que o prendem”- Rosa Luxemburgo.
Elto Pacheco
Rubem Alves
Rubem Alves
O texto ‘Inúteis e Perniciosos’ de Rubem Alves, colunista da Folha de São Paulo, nos mostra outro ponto de vista sobre o processo seletivo do vestibular. Alves resume os vestibulares como inúteis, pois os candidatos acabam estudando por pressão.
As provas de seleção para ingressar nas universidades não trazem competência, pelo contrário, faz com que as pessoas funcionem como máquinas. Assim cita Rubem: “Aquilo que não é instrumental para a vida logo é esquecido”.
Pensando na memória como um escorredor de macarrão, deveríamos nos livrar daquilo que não tem serventia por meio do esquecimento e o que tem serventia como conhecimentos-ferramentas, que nos ajuda a entender as coisas.
Immanuel Kant aborda em ‘A Crítica da Razão Pura’, que o conhecimento se inicia com as perguntas que fazemos à natureza. Mas essas perguntas surgem quando nós, contemplando a natureza, nos sentimos provocados pro seus assombros.
Os vestibulares assombram os candidatos, são como ‘cega-olhos’. Aqueles que se preparam muito acabam por perder a capacidade de fazer perguntas de tanto serem treinados para dar respostas certas, como cita Alves.
Podemos concluir que, o maior benefício da abolição dos vestibulares seria as escolas finalmente estariam livres dessa guilhotina horrenda no horizonte e poderiam se dedicar à tarefa de educar, de desenvolver a arte de pensar, que nada tem a ver com o preparo para os vestibulares.
“ Geralmente colocamos o futuro num horizonte mais distante do que o simples amanhã ou mês que vem...” No texto, o autor critica o fato das pessoas viverem planejando o futuro sem se darem conta de que deixam de agir e realizar os objetivos no presente.“ Mudamos quando incorporamos hábitos, modos de ver, habilidades, ousadias, cautelas...”•A mudança almejada no texto é a que inserimos em nosso dia-a-dia. Mudando o modo de agir com as pessoas, na resolução dos problemas, nas decisões que tomamos e que nos preparam às cegas para o futuro. Desde a infância somos impostos à modelos prontos da sociedade. Com o tempo temos que deixar de depender e ser influenciado pelos outros e traçar nosso rumo sozinhos.“ A escola amplia o mundo, é lugar de escolhas, tarefas, tempo dividido entre obrigações e descobertas.” A escola é um espaço para aprendizagem e construção diária do ser e do saber. Permite-nos cometer erros, mas também nos cobra uma posição no “tão almejado” futuro.Temos que deixar o que nos é imposto e construir o futuro a cada dia, vivendo o hoje.•O que você põe em prática, hoje, para construir e viver o seu futuro?
Grupo: Juliana Spilimbergo, Helena Schuck, Lucas Bohn, Wiliam Reis e Vanessa Kaempf - Teoria da Comunicação - Manhã
Um grande abraço,Bruna Rafaela Kohl
No texto Paraninfo de Luis Fernando Veríssimo, o autor compara animais e seres humanos. Segundo Luis Fernando Veríssimo, o ser humano necessita aprendizado para comunicar-se (fala, escrita); diferentemente de animais "selvagens", que já nascem com essa capacidade (instintos naturais, como som, odor, movimento).Por não ter instintos naturais de comunicação é necessário superar essa ausência, o comunicador é um especialista em outras formas de entendimento. O autor cita que “um profissional de comunicação é um especialista em formas não naturais de entendimento”. Para o autor o profissional de comunicação tem uma maior responsabilidade com a ética porque ele supre essa lacuna que nós os seres racionais possuímos. Com isso temos o poder de escolhas diferente dos animais, que agem por instintos. Reforçando isso, o autor cita no texto: “Você tem o poder da escolha, que no fundo é a sua suprema compensação por não ser um inseto”.
PERGUNTAS:
O que é ética na comunicação?
Qual o objeto de estudo da comunicação?
Como superar e/ou aperfeiçoar a comunicação humana?
Grupo: Amanda Braga, Dênis Puhl, Desirê Allram, Jessica de Castro e Jonatas Stacke. - Teoria da Comunicação I - Manhã
Ivan Angelo
"Ivan Angelo nasceu em 1936, é mineiro de Barbacena. Começou sua carreira de escritor aos 21 anos, na revista de Arte e Cultura editada em Belo Horizonte. Publicou seu primeiro livro, “Homens sofrendo no Quarto” em 1959, conquistando o premio “Cidade de Belo Horizonte”. Seus livros também já foram publicados na França, EUA, Alemanha e Áustria. Escritor de contos, romances, crônicas e colunista em jornais de São Paulo.” (http://www.releituras.com/ivanangelo_menu.asp). A seguir as citações de tópicos mais importantes tirados do texto “Estamos a Caminho” de Ivan Angelo, após cada tópico uma breve conclusão e comentário. "Passamos grande parte da vida voltados para o futuro, planejando-o, envolvendo-o em bons augúrios.” Todos vivem em torno do futuro esquecendo de viver o presente. “...o futuro era o melhor lugar para guardar sonhos. Sim, é lá que estão nossos planos e projetos. É para lá que estamos indo.” O futuro está em nossas escolhas, vivemos em busca dele.“ Na infância, somos passivos nas mudanças.” Na infância são os pais que determinam, decidem, muitas vezes fazem as escolhas por nós. “A escola amplia o mundo, é o lugar de escolhas, tarefas, tempo dividido entre obrigações e descobertas.” A medida que entramos na escola ampliamos nossa visão em relação ao mundo, já pensando o que queremos ser na vida, que carreira iremos seguir, com quem vamos casar, quantos filhos iremos ter, o que vamos adquirir. “O amor vem em meio a outras tantas mudanças...” Encontra-se então o grande amor da vida, até tal momento geralmente vivemos sobre a proteção dos pais, é quando eles acabam opondo mais responsabilidades aos filhos.“Somos levados a assumir sozinhos o comando das mudanças, como vistas aofuturo: carreira, casamento, filhos, patrimônio, barriga”. Adultos e com muito gás é quando iniciamos a corrida para construir a própria vida,nos deparamos com coisas boas, coisas difíceis e ruins, mas tudo é passageiro e assim seguimos em busca da felicidade constante.
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Grupo: Ana Claudia, Carla, Juliana M. e Juliana S. - Teoria da Comunicação I - Noite
Caro amigo:
Realizamos um Seminário sobre Comunicação, e o tema escolhido por nosso grupo foi:”Sobre os perigos da leitura”,um texto do escritor Rubem Alves.
No texto, Rubem questiona a leitura obrigatória, que na verdade, deveria ser banida das escolas, pois, ao sentir-se prescionado o aluno não vai adquirir o gosto pela leitura. Além do que, segundo o autor, quanto mais se é obrigado a ler, menos se pensa, vira um trabalho manual contínuo,que acaba por paralisar o espírito.
O gosto pela leitura nos deve ser apresentado desde que somos pequenos, afinal, alfabetizar não é somente ensinar a ler, e sim ensinar o prazer e o entusiasmo pelas letras. A leitura prazerosa nos transporta e nos faz conhecer novos mundos, sem sair sequer do lugar.
Finalizando, deixo a fraze do grande escritor Mário Quintana: “Analfabeta não é a pessoa que não sabe ler. È a pessoa que, sabendo ler, não gosta de ler.”
Daiana Iser