Rubem Alves
Rubem Alves, no texto "Os perigos da leitura", defende a idéia de que a maioria das pessoas não tem o que ele chama de “pensamento individual”, que seria a capacidade de pensar, ter opinião e concluir através do que lê. O autor do texto diz: “Muitos idiotas têm boa memória”. Após contar que foi presidente da comissão que selecionaria candidatos ao doutoramento, onde tomou uma medida inovadora no processo de seleção, pediu aos candidatos que falassem sobre o que eles pensavam, mas encontrou uma maioria que só sabia falar o que leu e decorou seres reprodutores de idéia dos outros. Ele diz mais: “Papaguear os pensamentos dos outros, tudo bem. Para isso eles haviam sido treinados durante toda a sua carreira escolar, a partir da infância. Mas falar sobre os próprios pensamentos – ah! Isso não lhes tinha sido ensinado.”. Pensar, ou então ler dinamicamente, deveria ser uma conseqüência do ato de ler. Quando há a obrigação de ler isso é esquecido. E sobre isso Rubem Alves diz: “Parece que esse processo de destruição do pensamento individual é conseqüência natural das nossas práticas educativas. Quanto mais se é obrigado a ler, menos se pensa.”. No final do texto, Rubem Alves, termina criticando, de forma sucinta, o meio que as escolas adotam, o qual obriga os estudantes a gravar mentalmente pilhas de livros para o vestibular. Diz o autor: “eu me daria por feliz se as nossas escolas ensinassem uma única coisa: o prazer de ler!”.
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O prazer de ler
O grupo optou por colher depoimentos de pessoas distintas sobre o que estavam lendo e o costumam ler, e qual o motivo da leitura (indicação, interesse, Best seller), como forma de mostrar que as pessoas lêem o que elas gostam. Em comum foram encontrados os Best Sellers (Harry Potter e O Senhor Dos Anéis). Não foram citadas leituras relacionadas ao curso dos entrevistados, possibilitando concluir que onde há obrigação não há prazer, e por este motivo as pessoas não as procuram.
- Depoimentos –
Comentário da última entrevistada, Ana Faccioni, após encerrar a gravação: “... a leitura precisa ser por prazer, e não por obrigação.”.
A leitura obrigatória não faz com exista interpretação da mesma forma de uma leitura prazerosa.
O verdadeiro “amor pela leitura”
Tivemos a sorte de encontrar um grande exemplo de interesse pela leitura. Uma mulher simples, com segundo grau completo e com uma vontade de ler muito maior que muitas pessoas. Alguém que tem poucas horas de descanso, por ter dois trabalhos, ainda assim dedicava parte de sua uma hora de intervalo para ler.
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O prazer de ler
O grupo optou por colher depoimentos de pessoas distintas sobre o que estavam lendo e o costumam ler, e qual o motivo da leitura (indicação, interesse, Best seller), como forma de mostrar que as pessoas lêem o que elas gostam. Em comum foram encontrados os Best Sellers (Harry Potter e O Senhor Dos Anéis). Não foram citadas leituras relacionadas ao curso dos entrevistados, possibilitando concluir que onde há obrigação não há prazer, e por este motivo as pessoas não as procuram.
- Depoimentos –
Comentário da última entrevistada, Ana Faccioni, após encerrar a gravação: “... a leitura precisa ser por prazer, e não por obrigação.”.
A leitura obrigatória não faz com exista interpretação da mesma forma de uma leitura prazerosa.
O verdadeiro “amor pela leitura”
Tivemos a sorte de encontrar um grande exemplo de interesse pela leitura. Uma mulher simples, com segundo grau completo e com uma vontade de ler muito maior que muitas pessoas. Alguém que tem poucas horas de descanso, por ter dois trabalhos, ainda assim dedicava parte de sua uma hora de intervalo para ler.
Grupo: Christofer Oliveira, Éder Azeredo, Elizandra Ferreira, Fernando Oliveira e Gustavo Deon. - Teoria da Comunicação - Noite
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