terça-feira, 6 de outubro de 2009

Paraninfo

Luis Fernando Verissimo

O autor F. Veríssimo faz uma relação entre a comunicação humana e dos animais. Inicia o texto com uma abordagem geral, mostrando que a comunicação está incluída na vida tanto do ser humano, quanto dos animais como item fundamental. A diferença é que os animais já vêm com essa “habilidade” desenvolvida, digamos, e o ser humano tem que aprender a desenvolvê-la; o que vem naturalmente é a necessidade, não a habilidade.Para o autor, pelo motivo de trabalhar esta habilidade, o estudante de comunicação tem uma obrigação maior a respeito da capacidade de se comunicar. O mesmo deve ter em mente o aprendizado contínuo e a ética. Deve saber se comunicar além da capacidade primária, sendo capaz de manipular com facilidade as formas de comunicação.Mas nós humanos não temos a prisão do ‘fazer por instinto’, mas sim, temos a capacidade de fazer escolhas e, com elas, direcionar nossas idéias como bem desejarmos. Temos que ter em mente que, como futuros usuários das ferramentas midiáticas como formas de informar, devemos, mais do que todos, fazer uma ligação entre ética e livre arbítrio.

• Em que ponto a boa comunicação tornou-se algo necessário?

• Quão maléfica pode ser, em se tratando da sociedade, a falta de comunicação? Quais áreas são mais intensamente afetadas por isso?

• Quais são as principais formas de se comunicar?

• Partindo do princípio que a intenção da comunicação é possibilitar a interação entre os seres humanos, por que surgiram tantas variações no jeito de se comunicar, como a diversidade de idiomas, por exemplo?

• Imagine um mundo de mudos. Você acha que, sendo todos os habitantes desprovidos da fala, haveria apenas um meio de se comunicar?

Grupo: Aline G. Gonçalvez ; Fábio J. Simmianer ; Matheus M. Fonseca. - Teoria da Comunicação I - Manhã.

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